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Rota das Sombras´12

Como não há crónica porque deu preguiça a alguém, há um video com as fotos…
Prá próxima tira mais Mike!!! :)
Maestro… Som na caixa!!!!!!!!!!!!


Rota das Sombras 2012 por muralhasBTT

Penha

No derradeiro domingo de Fevereiro que mais parecia um domingo qualquer de primavera alguns Muralhas lá se levantaram para a habitual volta domingueira. Ponto de encontro junto ao Galileu, onde o proprietário se perguntava, “ Então não entram?”.
Enquanto o Hugo comia os Choco Krispies o outro Hugo fazia uma reparação na K- ona do Sr. Belmiro. O Gilberto estava perplexo com o estado dos calços da bicicleta, são consequências da austeridade lol… O Herculano entretanto explicava o porquê de não ter postado a crónica do passado fim de semana onde fizemos Taipas – Sameiro – Taipas sempre a subir, fica a explicação para uma próxima oportunidade.
Por sugestão do Manel fomos tomar o pequeno almoço ao Café de S. Romão (perto da casa do Hugo) o que implicava começar a subir pela estrada que dá até ao Cemitério de Monchique, antes ainda fizemos uma pequena incursão ao Parque da Cidade.
Um pouco antes do Cemitério penetramos num trilho para endurecer um pouco mais a volta, o Manel ia avisando que mais para a frente iríamos ter de empurrar a bicicleta. A subida terminou junto à casa dos pais do Manel, já havia voluntários para beber um copo do famoso “néctar”… Logo depois uma pequena descida até ao referido café onde restabelecemos os níveis de cafeína e açúcar.
De seguida era altura de voltar a subir, o destino era a Penha, mas sempre pelos locais mais empinados, estão todos em grande forma. Já na Penha (fomos ao Pio IX) aproveitámos para tirar umas fotos e tratar de uma ou outra mazela.
Na descida até Paço Vieira, ensaiamos uns trilhos junto ao Picadeiro, e em Matamá tivemos um encontro imediato de 6º grau com o Homem da “portagem” lol… O resto da descida foi muito boa com rampinhas para fazer uns belos saltos. Depois toca a subir até Santo Antonino, claro está pelos trilhos mais empinados, é que este pessoal está mesmo em grande forma.
Já no cimo segue-se a descida até à pista, foi tão rápida que o fotógrafo de” serviço” só conseguiu tirar fotografias ao pó e a meia roda de uma das bicicletas. Em continuação acelerámos para a Penha pela subida habitual.
Era dia do Herculano pagar uma dívida antiga, então dirigimo-nos para a Casa das Merendas, bolinhos, rissóis, Coca-Cola, a famosa receita e boa disposição foi o menu e tudo por 10 euros, lol… obrigado páhhhh.
A descida final escolhida foi a da moda ou seja a das águas.
Em resumo, Voa Bolta, Vom comBíBio, Voa disposiçom, 33Km – 12,3 de velocidade média – 792 de acumulado ascendente – 2,40 horas de andamento e 1,20 horas parados.
Boas pedaladas e sejam felizes.

Acabo de chegar de lavar a minha bike, o que me motivou a escrever esta crónica.

Hoje, quinta-feira, quatro dias depois do raid das masseiras e mal conseguia chegar perto da bike, tal era o cheiro a BOSTA!!!!

3 frascos de brise gastos e lavagem feita, tudo voltou ao normal… lol :)

Domingo dia 12 de Fevereiro de 2012, 7:50 da madrugada lá partiram os dois muralhas inscritos(PJ Marinho e ZE Carlos), para o raid das masseiras. Chegados ao destino deparamos com um dia de pleno sol mas frio de congelar o “Corpo”.

Apresentamo-nos para o levantamento dos dorsais, acontece a primeira “cena”, Diz um gajo: – Herculano Silva!!! – hum, não……. lol; – ele depois vem buscar… :)

Início do Raid, lá começamos a rolar entre as centenas de atletas, uns com faca na boca outros no relax e duas Abelhinhas… nunca tinha visto tal…!!! :)

O circuito foi semelhante ao realizado em 2011, mas em sentido inverso, portanto não merece qualquer comentário, apenas com uma acréscimo, como não havia lama… tomem lá merda… cerca de 300 metros(pequenos :) ) de MERDA, mesmo MERDA!!! :)

Foi uma bom treino com 45 Km, a única prova que fiz a anunciarem 50 Km e na realidade foram 45… lol :)

Merece ainda lembrar duas situações:

- O atleta que ía à minha frente caíu numa zona de areia… Diz um Cromo: ainda bem que é mólinho…:)

- Vira-se um atleta para outro: – aguentas-te? vou puxar mais um pouco… 10 metros à frente caputou… lol:)

- Queria puxar, mas não era assim… lol…

Resumo:

Uma boa manhã de BTT, muito frio, sol, bosta, e muita areia tambem… raid feito em versão relax em 2 h 15 com média de 20 km/h.

Boas Pedaladas,

Por hoje ja deu para desentupir o nariz..

1 abraço.

PJ Marinho.

 

 

Rota da preguiça

Amanhecer de domingo como se previa, frio e solarengo, os Muralhas (alguns) lá se levantaram da cama vestiram as licras com o intuito de pedalar por esses montes fora. Às 8.30 horas estavam no Galileu os Muralhas, Belmiro, Hugo, Paulo Vieira, Herculano e Gilberto, ausentes, com falta justificada estavam os Muralhas Zé Carlos e PJ Marinho que se tinham deslocado a Estela para participar na Rota das Masseiras, foi marcada falta injustificada aos Muralhas que participaram na Rota dos Sonhos (não faz parte do calendário) lol.
Com muito frio e devagar lá partimos em direção à ciclo via de onde penetrámos nos trilhos do “Quintal” até chegamos ao apeadeiro de Cepães onde se repôs energias e os níveis de cafeina, também aproveitamos para aquecer os gelados pés, referir que os trilhos estavam excelentes e muito bem limpos de paus e vegetação, mas com regos traiçoeiros a fazer estragos e também mencionar o novo trilho descoberto pelo Herculano e ainda os temas das conversas, muito incomuns, tipo pesca, reforma, estafetas de bicicletas na ciclo via daqui a 20 anos… coisas assim… foi estranho…
O dia era de preguiça, a subida para S. Jorge foi feita a 4Km/hora, estranhamente as bikes teimavam em não andar. Na descida (desta vez não se perdeu nada), a certa altura a Paulo e o Gilberto seguiam na frente e os restantes Muralhas aproveitaram para cortar caminho e consequentemente passar para a dianteira com grande avanço, o Gilberto deitava “fumo” de tanto resmungar, claro que aproveitamos (eu) para “lançar” umas piadinhas, tipo “… não andais nada…”, “amuados” meteram a “quinta velocidade” e só pararam em Jugueiros, pelo menos começou-se a andar mais rápido, de salientar que a descida estava 5000 estrelas, mas, e como nada é perfeito haviam por lá umas pedrinhas a causar danos…
De seguida voltamos à ciclo via onde repousamos um pouco e aproveitamos para observar o grupo Guimatrilhos a descer a “escarpa” até ao apeadeiro, pelo que contemplamos concluímos que a segurança (para eles) está em primeiro lugar, de outra forma não poderia ser. Seguimos na ciclo via até Paço Vieira e de seguida escalamos a Penha pela subida que fazíamos antigamente. A descida escolhida foi a das Águas que está excelente, pena foi as Bikes, que até estão se tinham aguentado limpinhas e acabaram por ficar cheias de lama. Minutos depois estávamos no ponto de partida e seguimos para casa.
Acabou por ser uma volta lenta, com muita preguiça, mas divertida com sempre.
Boas pedaladas e sejam felizes.

Parabéns

… Não, não se trata de um post de aniversário, é a crónica domingueira de 2012-02-05, acontece que por coincidência (mesmo) quando fazíamos uns trilhos em S.Torcato fomos sair à porta do Muralha Manel e por respeito fomos cumprimentá-lo. Com a simpatia que se lhe reconhece logo nos convidou para entrar, ao qual rejeitamos várias vezes até que proferiu algumas palavras a que um Muralha não consegue resistir, “presunto, vinho, rojões…”.
Entramos e logo notamos os preparativos para algo… já no conforto do anexo e em conversa com a Sofia (esposa do Manel) ficamos a saber que era o dia do seu aniversário, envergonhados desejamos-lhe muitas felicidades e pedimos desculpas por não temos trazido uma prenda. O Manel compunha a mesa, presunto, queijo, pão, bolos… e o FAMOSO WINE – DETRÁSDAPORTA, depois foi o que facilmente se imagina… já passava do meio dia quando começaram a chegar os convidados da festa de anos. Então despedimo-nos agradecidos e seguimos satisfeitos para casa, com o pensamento de brevemente lá voltar lol… Depois fizemos os poucos Km até casa em muito bom ritmo, e talvez por isso alguém pelo caminho reclamava do vinho… “para a próxima bebe menos” lol.
Em relação à volta digo que foi muito boa, estava um dia fresquinho e optamos por seguir logo para a Penha, seguimos uns trilhos bem durinhos e em São Roque já ninguém tinha frio, pelo contrário, fizemos duas “ paredes” e ficamos logo a ferver.
Na Penha tiramos umas fotografias e iniciamos a descida até Paço Vieira, de onde seguimos até S. Antonino. Tiramos mais umas fotos junto à Capela e logo descemos até à ciclo via, pelo caminho ainda descobrimos novo single track. Depois baixamos até Atães, passamos pela Corredoura e S. Torcato.
Em resumo; 36Km; 13,1 de velocidade média; 952 de acumulado; temperatura máxima 6 graus / temperatura mínima 1 grau; 200gr de presunto; 1 queijo; wine DETRÁSDAPORTA e muita boa disposição.
Boas pedaladas e sejam felizes e muito obrigado Manel e Sofia.

Rota das Sombras 2012

Sábado 28 de Janeiro 07,35 h e o Muralhas Mobile chega a minha casa com 6 muralhas a bordo, Mike, Miro, Hugo, Zé Carlos, Paulo Marinho e Gilberto. Acomodamos a minha bike e lá partimos em direcção ao Gerês. Logo comentei que o Paulo Marinho estava cheio de POWER, pois era o único que se apresentava de calções, apesar das baixas temperaturas. Chegamos á Portela do Homem pelas 09.00 h , onde ficou determinado ser o local de partida, retirar o material, reparar o furo da minha scott e estacionar a Muralhas Mobile e dar inicio á descida que vai dar á geira romana, mas logo se fizeram sentir os -2º de temperatura, pois o Paulo Marinho ficou gelado e com as maos congeladas, pois alem de ir com calções, tambem levava luvas sem dedos. Assim e após 2 ou 3 km de descida, regressamos a estrada até a subida para os trilhos da rota das sombras. E aqui se dá a primeira separação do grupo, pois os Miro regressa a casa de KONA pois tinha compromissos, e o Paulo Marinho e o Mike sobem até a carrinha para ir buscar umas calças para o Paulo que já tinha umas luvas emprestadas. O resto do grupo composto por Herculano, Gilberto, Hugo e Zé  Carlos seguem a um ritmo calmo pelos trilhos esperando ser alcançados pelos restantes elementos do grupo que se juntaram anós assim que alcançamos um ponto onde a luz se fazia sentir e dava para aquecer os pés.

Com todo o grupo de novo, seguimos pelos trilhos que estavam com um piso fabuloso apesar de todo o gelo que se fazia sentir nas zonas sombrias. Mas atingido o pico da montanha e iniciada a descida já o sol se encontrava a nosso favor pelo que tornou a descida mais agradavel. Chegamos a Bubaces pelas 12,30 h e aqui o grupo volta a separar-se, pois o Mike e o Paulo Marinho sobem até a Portela do Homem pela Geira Romana, com o intuito de trazer a carrinha até as termas, e o restante grupo sobe pela estrada até ao inicio da Geira Romana onde nos encontramos e fizemos uma pausa para ganhar novo folego uns para subir e outros para descer.

Quando atingimos o fim da Geira e chegamos as termas recebemos a mensagem do Miro que tinha chegado a casa em segurança (grande Maluco) logo se dá a corrida ao banho de agua a 40º, permanecemos uns 30 minutos de molho até a chegada do Muralhas Mobile com o Paulo Marinho ao volante pois o Mike aproveitou a descida iniciar até ao fim.

Quando por fim todo o grupo estava reunido e de banho tomado já a fome era mais que muita, pelo que foi acondicionar as bikes e partir até as Cerdeirinhas para a famosa churrascada. Apesar da hora tardia os simpaticos proprietarios  acolheram-nos muito bem e o almoço esteve ao ponto das exigências. Com o estomago aconchegado foi fazer a viagem de regresso já mais animados. Pelas 16.30 h já me encontrava em casa e os restantes Muralhas seguiram viagem até Guimarães.

Trilhos Non-Stop

Em fim-de-semana do passeio anual da “Rotas das Sombras” era de esperar que a afluência neste domingo fosse muito reduzida, e assim foi, apenas apareceram o Paulo Vieira e eu.
Já com algum atraso em relação ao horário habitual e com o tempo excelente abalamos do Galileu em direção à ciclo via, saímos junto ao restaurante Guidinha e descemos até Atães, de seguida fizemos uns trilhos na freguesia da Corredoura até chegamos ao Parque de São Torcato, de onde seguimos para Arões via Atães, a média era elevada quando começamos a subir para S. Antonino de onde baixamos para “espreitar o Quintal”, onde demos umas voltinhas até chegar novamente à ciclo via em Infantas.
Em ritmo infernal, imposto pelo Paulo rapidamente chegamos à Penha para fazer a terceira grande descida do dia, ainda não era meio-dia e já estávamos à porta da casa do Paulo onde nos despedimos.
Foram 38Km em menos de 3 horas com 1102 de acumulado ascendente.
Boas pedaladas e sejam felizes.

40 kms e uma sandes de queijo

10 da manhã de um sábado frio mas com muito sol os Muralhas Belmiro, Gilberto e Zé Carlos – moi même – meteram pedais ao caminho para uma volta que se pretendia bastante “soft” uma vez que este fim-de-semana está na agenda jornada dupla para alguns e ontem foi dia de futebol com copos no final.
Sem destino traçado fomos pelo parque da cidade em direcção ao Toural para ver “in loco” como estão os preparativos para o espectáculo de mais logo à noite e aproveitamos para cumprimentar o Hélio que estava a usar uma ferramenta de precisão numa máquina de costura sendo logo verbalizado pelo Belmiro que estava a fazer asneiras que era para usar outra coisa e que aquilo não servia… enfim… conversas de afinadores.
Ainda sem destino fomos em direcção à Universidade e depois a S. Torcato para fazermos uns trilhos por onde o Manel nos tinha levado há umas semanas atrás. Depois “papinho puxa papinho” – lol – e o inevitável Belmiro assumiu os destinos da volta… claro está que nos viríamos a arrepender. Marcou logo como destino a descida de Fafe até Armil e depois Jugueiros onde acho que tinha perdido umas ferramentas. Lá fomos nós… o acumulado esse claro tinha de nos acompanhar em grande… começando a extrapolar as contas davam qualquer coisa como 1300 metros para os 40 kms… Mirinho… ai ai Mirinho… vais tu e o teu rating directos para o lixo… avisei.
O que o salvou foi que durante algum tempo os trilhos foram muito bons, duros mas muito bons até chegarmos à zona do campo do Atães onde depois definitivamente a paciência com o Miro entrou no “red line”. Fazer aquela descida – sim porque para mim aquilo só é uma descida – dos trilhos do berço no sentido ascendente deveria dar cadeia… Lá se fez… lá se fizeram mais umas descidas e subidas – o tal pin pon – até à fábrica do Miro. Convidados para beber e comer apenas bebemos porque a comida era doce e eu queira qualquer coisa salgada… tipo uma sandes de queijo.
O Gilberto – em grande hoje, em forma e na escolha do tasco – sugeriu a tasca da Esquiça que se comia bem… uns rojões, uma vitela… e lá fomos… não sem o Mirinho teimar em trabalhar para o acumulado mais uma vez. Chegados à ciclovia foi rolar um km até Fafe e depois mais cerca de 2 até à dita tasca.
Tava tudo muito, muito, mas muito bom… quer dizer, eu só comi uma sandes de queijo, mas eles comeram vitela, tripas, emborcaram uma garrafa de sumol e uma – parece impossível só uma certo??? – coca-cola. Não satisfeitos ainda deglutiram uns doces de Fornelos e eu mais a minha sandes de queijo à espera… No final diz o Mirinho… tou que nem posso… acho que o meu estômago encolhe quando faço exercício!!! Não Miro… não encolhe… tu comes é como um odre mesmo!!!! O pior da refeição foi mesmo ter de pagar 10 aérios por uma sandes de queijo e um copo de sumol… tá cara a vida… Como te entendo Cavaco!!!!
Lá fomos em direcção ao alto para depois experimentarmos a nova vertente da descida até Armil e depois Jugeiros – o Gilberto perdeu os óculos – onde sugeri seguir até Serzedo e fazer a subida até Paçô Vieira por estrada. Inicialmente num ritmo mais lento, depois sempre em ritmo cada vez mais rápido lá chegamos a Paçô Vieira onde completamos a ligação a Guimarães pela Ciclovia. Depois foram as despedidas o até amanha e rumar a casa… Claro com o Miro a comandar o acumulado foi de… 1035 metros…
10 euros por uma sandes de queijo???? Dasse!!!!!!
Abraços

Trilhos molhados

Era um daqueles domingos “vou ou não vou”, muito frio, muita chuva, muito sono, cama quentinha e alguma preguiça, motivos de sobra para ficar por casa, mas …
Herculano, Paulo Vieira, Mike, Gilberto, Hugo e Belmiro foram os “malucos” que ainda assim optaram por marcar presença na habitual volta domingueira dos Muralhas, alguém dizia “…é melhor vir andar senão vou acabar por me arrepender de ter ficado em casa…”. Encontro no Galileu para o café da manhã de onde seguimos para a ciclo via, não havia percurso definido por isso fomos andando até que alguém resolvesse guiar o grupo, depois do túnel em Paço Vieira o Mike vira à esquerda em direção a S. Antonino, mas o “chefe” Herculano tinha outras ideias e sendo assim lá o seguimos, meio a brincar (ou não) ainda sugeriu fazer a ciclo via até Fafe, o que não agradou a ninguém. Estávamos quase a entrar nos trilhos do “quintal” quando o Gilberto grita “furo”, fomos para um local mais abrigado para proceder à reparação, no caso só atestar o pneu, estávamos exactamente no local onde o Paulo no domingo anterior teve de voltar para casa com o desviador partido, à cautela ainda pegou na bike às costas, para transpor o fatídico local lol.
A seguir foi só diversão, os trilhos estavam lamacentos e muito encharcados mas muito bons para andar de bicicleta. Já em Cepães, aproveitamos para tomar um bom café e aquecer um bocadinho, depois toca a subir até S. Jorge onde iniciamos a descida até Jugueiros, e que bela descida… Mas antes ainda houve quem arrebenta-se a corrente na subida só para descansar um bocadinho lol. Começamos junto às pontes em madeira da pista de DH e mais à frente quando seguíamos num upgrade fomos repentinamente parados por uma manada de bois colossais, olhámo-nos nos olhos e lá houve um corajoso para ir à frente, o Mike ainda foi perseguido lol, entretanto apareceu um “cavaleiro” que nos avisou para ter cuidado com uma égua mais à frente (… égua??? isso é com o Gilberto… lol). Depois de atravessar a estrada em Armil aproveitamos o estradão para soltar os travões e fazer aumentar a adrenalina, mais à frente fizemos novo upgrade junto ao rio Ferro, excelente, ainda na descida encontramos uma fogueira que serviu para secar as roupas encharcadas e aguardar por alguns Muralhas mais atrasados, porque havia um “jeitoso” a deixar cair a ferramenta da bicicleta pelo caminho.
Terminada a descida (foi 5 estrelas) prosseguimos para a ciclo via para o habitual sprint até Paço Vieira de onde seguimos para a Penha, o reforço foi em Matamá, laranjas e tangerinas para quem quis, desta vez com autorização do dono das árvores.
O Gilberto não se opôs e sendo assim a descida escolhida foi a das águas, estava estupenda, mas o Hugo queria mais e então descemos até ao teleférico via Urgezes e Fonte Santa, ainda passamos pelo Parque da Cidade na subida até ao ponto de partida.
Foi uma manhã muitíssimo bem passada, estávamos satisfeitos e ainda bem que não ficamos em casa.
Boas pedaladas e sejam felizes.

Jantar de Reis

Como o Nandinho questionou a existência de uma crónica do jantar foi automaticamente nomeado para a escrever. Assim reza:
Parece que tenho o privilégio de fazer a crónica do jantar de reis neste espaço dos Muralhas aos quais desde já agradeço.
Um jantar que contou não só com o pessoal dos Muralhas, mas também, com pessoal que joga futebol à sexta-feira nos quais eu me integro. A ideia de juntar esta gente toda partiu das pessoas comuns aos dois.
Marcado para as 20 horas, o jantar obviamente começou um bocadinho mais tarde. Os Reis demoram sempre a chegar, embora havia quem já tivesse chegado ao restaurante Faria a tempo e horas. Como habitual nestes jantares – e noutros – as entradas para começar. Bolinhos, rissóis, moelas… acompanhadas pelo famoso “Sumol” do Faria e alguma conversa à mistura além da boa disposição habitual de quem eu já conhecia. Os Muralhas presentes também se revelaram uma óptima companhia para o que viria a seguir: o prato principal, sempre com muito “Sumol” à frente trazia na ementa: bacalhau, picanha, arroz, feijão e batatas. Nesta altura as gargalhadas já se ouviam mais altas, o “Sumol” faz destas coisas. Com o passar do tempo, quem não se conhecia, passava a conhecer-se e a revelar-se contagiando ainda mais a boa disposição no jantar e no conjunto das magníficas pessoas presentes.
Com as sobremesas e o cafezinho que chegaram depois ainda deu para beber mais um copo de “Sumol” e mais duas de conversa animada. Com o tempo a ir já bem longe das 20 horas o pessoal ia-se despedindo aos poucos, pois a segunda volta do dia tinha sido pedalada com intensidade, uns iam para casa outros iam para umas últimas curvas… LOL… Desta vez num bar com umas caipirinhas e um karaoke proporcionado por uma voz que já tinha encantado no jantar – watchoubiroby – terminou depois com um olhar para a última curva… da barmaid de serviço… depois as despedidas do pessoal resistente e do texto escrito que vai longo também.
Não meti nomes porque não consegui decorar todos e para não haver ressentimentos seja a quem for, uma noite bem passada, reservo um abraço a todos sem excepção.
Nandinho…