Sábado 28 de Janeiro 07,35 h e o Muralhas Mobile chega a minha casa com 6 muralhas a bordo, Mike, Miro, Hugo, Zé Carlos, Paulo Marinho e Gilberto. Acomodamos a minha bike e lá partimos em direcção ao Gerês. Logo comentei que o Paulo Marinho estava cheio de POWER, pois era o único que se apresentava de calções, apesar das baixas temperaturas. Chegamos á Portela do Homem pelas 09.00 h , onde ficou determinado ser o local de partida, retirar o material, reparar o furo da minha scott e estacionar a Muralhas Mobile e dar inicio á descida que vai dar á geira romana, mas logo se fizeram sentir os -2º de temperatura, pois o Paulo Marinho ficou gelado e com as maos congeladas, pois alem de ir com calções, tambem levava luvas sem dedos. Assim e após 2 ou 3 km de descida, regressamos a estrada até a subida para os trilhos da rota das sombras. E aqui se dá a primeira separação do grupo, pois os Miro regressa a casa de KONA pois tinha compromissos, e o Paulo Marinho e o Mike sobem até a carrinha para ir buscar umas calças para o Paulo que já tinha umas luvas emprestadas. O resto do grupo composto por Herculano, Gilberto, Hugo e Zé Carlos seguem a um ritmo calmo pelos trilhos esperando ser alcançados pelos restantes elementos do grupo que se juntaram anós assim que alcançamos um ponto onde a luz se fazia sentir e dava para aquecer os pés.
Com todo o grupo de novo, seguimos pelos trilhos que estavam com um piso fabuloso apesar de todo o gelo que se fazia sentir nas zonas sombrias. Mas atingido o pico da montanha e iniciada a descida já o sol se encontrava a nosso favor pelo que tornou a descida mais agradavel. Chegamos a Bubaces pelas 12,30 h e aqui o grupo volta a separar-se, pois o Mike e o Paulo Marinho sobem até a Portela do Homem pela Geira Romana, com o intuito de trazer a carrinha até as termas, e o restante grupo sobe pela estrada até ao inicio da Geira Romana onde nos encontramos e fizemos uma pausa para ganhar novo folego uns para subir e outros para descer.
Quando atingimos o fim da Geira e chegamos as termas recebemos a mensagem do Miro que tinha chegado a casa em segurança (grande Maluco) logo se dá a corrida ao banho de agua a 40º, permanecemos uns 30 minutos de molho até a chegada do Muralhas Mobile com o Paulo Marinho ao volante pois o Mike aproveitou a descida iniciar até ao fim.
Quando por fim todo o grupo estava reunido e de banho tomado já a fome era mais que muita, pelo que foi acondicionar as bikes e partir até as Cerdeirinhas para a famosa churrascada. Apesar da hora tardia os simpaticos proprietarios acolheram-nos muito bem e o almoço esteve ao ponto das exigências. Com o estomago aconchegado foi fazer a viagem de regresso já mais animados. Pelas 16.30 h já me encontrava em casa e os restantes Muralhas seguiram viagem até Guimarães.
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Em fim-de-semana do passeio anual da “Rotas das Sombras” era de esperar que a afluência neste domingo fosse muito reduzida, e assim foi, apenas apareceram o Paulo Vieira e eu.
Já com algum atraso em relação ao horário habitual e com o tempo excelente abalamos do Galileu em direção à ciclo via, saímos junto ao restaurante Guidinha e descemos até Atães, de seguida fizemos uns trilhos na freguesia da Corredoura até chegamos ao Parque de São Torcato, de onde seguimos para Arões via Atães, a média era elevada quando começamos a subir para S. Antonino de onde baixamos para “espreitar o Quintal”, onde demos umas voltinhas até chegar novamente à ciclo via em Infantas.
Em ritmo infernal, imposto pelo Paulo rapidamente chegamos à Penha para fazer a terceira grande descida do dia, ainda não era meio-dia e já estávamos à porta da casa do Paulo onde nos despedimos.
Foram 38Km em menos de 3 horas com 1102 de acumulado ascendente.
Boas pedaladas e sejam felizes.
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10 da manhã de um sábado frio mas com muito sol os Muralhas Belmiro, Gilberto e Zé Carlos – moi même – meteram pedais ao caminho para uma volta que se pretendia bastante “soft” uma vez que este fim-de-semana está na agenda jornada dupla para alguns e ontem foi dia de futebol com copos no final.
Sem destino traçado fomos pelo parque da cidade em direcção ao Toural para ver “in loco” como estão os preparativos para o espectáculo de mais logo à noite e aproveitamos para cumprimentar o Hélio que estava a usar uma ferramenta de precisão numa máquina de costura sendo logo verbalizado pelo Belmiro que estava a fazer asneiras que era para usar outra coisa e que aquilo não servia… enfim… conversas de afinadores.
Ainda sem destino fomos em direcção à Universidade e depois a S. Torcato para fazermos uns trilhos por onde o Manel nos tinha levado há umas semanas atrás. Depois “papinho puxa papinho” – lol – e o inevitável Belmiro assumiu os destinos da volta… claro está que nos viríamos a arrepender. Marcou logo como destino a descida de Fafe até Armil e depois Jugueiros onde acho que tinha perdido umas ferramentas. Lá fomos nós… o acumulado esse claro tinha de nos acompanhar em grande… começando a extrapolar as contas davam qualquer coisa como 1300 metros para os 40 kms… Mirinho… ai ai Mirinho… vais tu e o teu rating directos para o lixo… avisei.
O que o salvou foi que durante algum tempo os trilhos foram muito bons, duros mas muito bons até chegarmos à zona do campo do Atães onde depois definitivamente a paciência com o Miro entrou no “red line”. Fazer aquela descida – sim porque para mim aquilo só é uma descida – dos trilhos do berço no sentido ascendente deveria dar cadeia… Lá se fez… lá se fizeram mais umas descidas e subidas – o tal pin pon – até à fábrica do Miro. Convidados para beber e comer apenas bebemos porque a comida era doce e eu queira qualquer coisa salgada… tipo uma sandes de queijo.
O Gilberto – em grande hoje, em forma e na escolha do tasco – sugeriu a tasca da Esquiça que se comia bem… uns rojões, uma vitela… e lá fomos… não sem o Mirinho teimar em trabalhar para o acumulado mais uma vez. Chegados à ciclovia foi rolar um km até Fafe e depois mais cerca de 2 até à dita tasca.
Tava tudo muito, muito, mas muito bom… quer dizer, eu só comi uma sandes de queijo, mas eles comeram vitela, tripas, emborcaram uma garrafa de sumol e uma – parece impossível só uma certo??? – coca-cola. Não satisfeitos ainda deglutiram uns doces de Fornelos e eu mais a minha sandes de queijo à espera… No final diz o Mirinho… tou que nem posso… acho que o meu estômago encolhe quando faço exercício!!! Não Miro… não encolhe… tu comes é como um odre mesmo!!!! O pior da refeição foi mesmo ter de pagar 10 aérios por uma sandes de queijo e um copo de sumol… tá cara a vida… Como te entendo Cavaco!!!!
Lá fomos em direcção ao alto para depois experimentarmos a nova vertente da descida até Armil e depois Jugeiros – o Gilberto perdeu os óculos – onde sugeri seguir até Serzedo e fazer a subida até Paçô Vieira por estrada. Inicialmente num ritmo mais lento, depois sempre em ritmo cada vez mais rápido lá chegamos a Paçô Vieira onde completamos a ligação a Guimarães pela Ciclovia. Depois foram as despedidas o até amanha e rumar a casa… Claro com o Miro a comandar o acumulado foi de… 1035 metros…
10 euros por uma sandes de queijo???? Dasse!!!!!!
Abraços
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Era um daqueles domingos “vou ou não vou”, muito frio, muita chuva, muito sono, cama quentinha e alguma preguiça, motivos de sobra para ficar por casa, mas …
Herculano, Paulo Vieira, Mike, Gilberto, Hugo e Belmiro foram os “malucos” que ainda assim optaram por marcar presença na habitual volta domingueira dos Muralhas, alguém dizia “…é melhor vir andar senão vou acabar por me arrepender de ter ficado em casa…”. Encontro no Galileu para o café da manhã de onde seguimos para a ciclo via, não havia percurso definido por isso fomos andando até que alguém resolvesse guiar o grupo, depois do túnel em Paço Vieira o Mike vira à esquerda em direção a S. Antonino, mas o “chefe” Herculano tinha outras ideias e sendo assim lá o seguimos, meio a brincar (ou não) ainda sugeriu fazer a ciclo via até Fafe, o que não agradou a ninguém. Estávamos quase a entrar nos trilhos do “quintal” quando o Gilberto grita “furo”, fomos para um local mais abrigado para proceder à reparação, no caso só atestar o pneu, estávamos exactamente no local onde o Paulo no domingo anterior teve de voltar para casa com o desviador partido, à cautela ainda pegou na bike às costas, para transpor o fatídico local lol.
A seguir foi só diversão, os trilhos estavam lamacentos e muito encharcados mas muito bons para andar de bicicleta. Já em Cepães, aproveitamos para tomar um bom café e aquecer um bocadinho, depois toca a subir até S. Jorge onde iniciamos a descida até Jugueiros, e que bela descida… Mas antes ainda houve quem arrebenta-se a corrente na subida só para descansar um bocadinho lol. Começamos junto às pontes em madeira da pista de DH e mais à frente quando seguíamos num upgrade fomos repentinamente parados por uma manada de bois colossais, olhámo-nos nos olhos e lá houve um corajoso para ir à frente, o Mike ainda foi perseguido lol, entretanto apareceu um “cavaleiro” que nos avisou para ter cuidado com uma égua mais à frente (… égua??? isso é com o Gilberto… lol). Depois de atravessar a estrada em Armil aproveitamos o estradão para soltar os travões e fazer aumentar a adrenalina, mais à frente fizemos novo upgrade junto ao rio Ferro, excelente, ainda na descida encontramos uma fogueira que serviu para secar as roupas encharcadas e aguardar por alguns Muralhas mais atrasados, porque havia um “jeitoso” a deixar cair a ferramenta da bicicleta pelo caminho.
Terminada a descida (foi 5 estrelas) prosseguimos para a ciclo via para o habitual sprint até Paço Vieira de onde seguimos para a Penha, o reforço foi em Matamá, laranjas e tangerinas para quem quis, desta vez com autorização do dono das árvores.
O Gilberto não se opôs e sendo assim a descida escolhida foi a das águas, estava estupenda, mas o Hugo queria mais e então descemos até ao teleférico via Urgezes e Fonte Santa, ainda passamos pelo Parque da Cidade na subida até ao ponto de partida.
Foi uma manhã muitíssimo bem passada, estávamos satisfeitos e ainda bem que não ficamos em casa.
Boas pedaladas e sejam felizes.
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Como o Nandinho questionou a existência de uma crónica do jantar foi automaticamente nomeado para a escrever. Assim reza:
Parece que tenho o privilégio de fazer a crónica do jantar de reis neste espaço dos Muralhas aos quais desde já agradeço.
Um jantar que contou não só com o pessoal dos Muralhas, mas também, com pessoal que joga futebol à sexta-feira nos quais eu me integro. A ideia de juntar esta gente toda partiu das pessoas comuns aos dois.
Marcado para as 20 horas, o jantar obviamente começou um bocadinho mais tarde. Os Reis demoram sempre a chegar, embora havia quem já tivesse chegado ao restaurante Faria a tempo e horas. Como habitual nestes jantares – e noutros – as entradas para começar. Bolinhos, rissóis, moelas… acompanhadas pelo famoso “Sumol” do Faria e alguma conversa à mistura além da boa disposição habitual de quem eu já conhecia. Os Muralhas presentes também se revelaram uma óptima companhia para o que viria a seguir: o prato principal, sempre com muito “Sumol” à frente trazia na ementa: bacalhau, picanha, arroz, feijão e batatas. Nesta altura as gargalhadas já se ouviam mais altas, o “Sumol” faz destas coisas. Com o passar do tempo, quem não se conhecia, passava a conhecer-se e a revelar-se contagiando ainda mais a boa disposição no jantar e no conjunto das magníficas pessoas presentes.
Com as sobremesas e o cafezinho que chegaram depois ainda deu para beber mais um copo de “Sumol” e mais duas de conversa animada. Com o tempo a ir já bem longe das 20 horas o pessoal ia-se despedindo aos poucos, pois a segunda volta do dia tinha sido pedalada com intensidade, uns iam para casa outros iam para umas últimas curvas… LOL… Desta vez num bar com umas caipirinhas e um karaoke proporcionado por uma voz que já tinha encantado no jantar – watchoubiroby – terminou depois com um olhar para a última curva… da barmaid de serviço… depois as despedidas do pessoal resistente e do texto escrito que vai longo também.
Não meti nomes porque não consegui decorar todos e para não haver ressentimentos seja a quem for, uma noite bem passada, reservo um abraço a todos sem excepção.
Nandinho…
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Na volta de hoje foi deliberado alterar a 2ª Norma dos Muralhas – “Não seguir o Belmiro”, então, passa a ser “Não seguir o Belmiro e o Manel”.
Eram 14 horas e nas imediações do Galileu já estavam prontos para dar umas pedaladas os Muralhas, Belmiro, Manel e Carlos Freitas que já não aparecia faz muito tempo, e foi com grande alegria que o recebemos. Fomos os três fazer um aquecimento no parque da cidade enquanto esperávamos por mais ciclistas, entretanto veio o Zé Carlos que trazia notícias para aguardar pelo Paulo Marinho.
Depois da indefinição para onde íamos decidimos seguir o Manel que nos guiou para o seu Quintal (São Torcato), começamos pelo Monte Largo, seguimos para a ciclo via onde fizemos as famosas Dunas, depois uma boa descida até Atães, logo de seguida nova subida na Corredoura onde fizemos uns trilhos muito bons por umas plantações de Kiwis, de seguida seguimos os trilhos pedestres dos “Moinhos de São Torcato” até ao parque junto ao Santuário de São Torcato.
Mas o Manel tinha reservado nova subida até ao Viva Parque, começamos por um single track em caminhos rurais para depois darmos à estrada onde o Carlos nos lembrou que naquele local em 2009 tinha tido um dia de glória, tinha sido 2º classificado na descida em carrinhos de rolamentos, já a subir em bike… hoje foi 5º lol.
A descida é que nos defraudou, foi pela pista de downhill, estava muito perigosa, mas valeu porque acabou junto a uma laranjeira onde nacionalizamos o respectivo fruto, ainda fomos
perseguidos pelo guardião da laranjeira (uma aranha tipo Amazónia).
Seguimos novamente para São Torcato onde fizemos uns trilhos sempre a subir, o Manel já era olhado de lado por alguns Muralhas lol, a paisagem era linda e quando parecia que ia começar a descer o Manel lá arranjava nova subida, agora para Rendufe, pelo caminho ainda fomos convidados a comer umas tangerinas por um casal muito simpático, eu lá as provei, só não enchi os bolsos porque uns metros atrás tinha nacionalizado outra tangerineira e não tinha mais espaço. Segue pequena descida para uma grande subida, depois entre descidas e muitas subidas chegamos a Atães onde nos esperava uma impressionante subida, já quase com mil de acumulado ascendente, foi a gota de água lol, decidimos então a passar o rating do Manel para … NOTÁVEL…
Foram 38Km muito bons por alguns trilhos novos, sempre com boa disposição e constantemente a pensar no jantar de Reis de logo à noite, embora havia quem estivesse preocupado com o esforço despendido, pois achava que não iria ter forças para levantar os copos do famoso “Sumol” do Faria lol.
Boas pedaladas e sejam felizes, e já agora bom apetite para logo.
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