Numa convocatório feita em cima da hora, conseguiu-se reunir 5 Muralhas (Belmiro, Gilberto, Hugo, Manuel e Mike) e 3 “pseudo” muralhas como alguem lhes chamou (certo mike?) (Bruno, Eurico e Fernando a quem saiu o brinde de escrever esta crónica).
O passeio estava previsto para as 09:00h, mas como a primeira vez é sempre mais dificil, lá teve um ligeiro atraso de 45m. Os 5 muralhas, que já traziam um aquecimento de 7 Km, optaram por começar na cauda do pelotão, deixando os 3 novatos sairem à frente para “limpar” o terreno, sendo depois ultrapassados um a um pelo restante grupo, à excepção do Eurico que fez um brilharete de chegar a frente de todos, até mesmo á frente da moto 4 que sinalizava o percurso.
O percurso de 22Km anunciado de dificuldade Média/Alta, mal sinalizado em alguns pontos, veio a revelar-se um percurso de dificuldade… vá lá Média, “Mediazinha”, não deixando no entanto de ser um belo percurso para que entra nestas organizações pela primeira vez.
Feito sempre em bom ritmo com algumas subidas “até lá acima” interessantes e umas descidas algo congestionadas serviu para abrir o apetite a todos quantos participaram.
No final banho para as “máquinas”, cansadas de andar com os donos em cima, e o merecido reforço para todos os participantes. De realçar ainda a “bela bifana”, que o Manuel não deixou escapar, garantindo que estavam muito boas, acompanhada pela MINI.
Para os 3 “pseudo” Muralhas a volta matinal terminou aqui, dando o merecido descanço à Bike, enquanto os 5 “Duros” lá partiram de regresso ao ponto de partida (Galileu ), via centro de Guimarães a fim de mostrar a publicidade do equipamento “Muralhas”. A volta Domingueira viria a terminar da melhor maneira possível em casa do Gilberto… que os brindou com uma bela RECEITA.
Cumprimentos a todos.
Arquivo de Maio, 2011
1º Passeio BTT Silvares
Autor: FernandoMai 30
Alvalade x Porto Côvo – O rescaldo
Autor: adminMai 25
Zé Carlos
Depois de uma noite dormida “a correr” uma bela manhã esperava por nós para mais uma prova mítica… Alvalade-Porto Côvo-Alvalade. A ideia inicial eram os 120 kms mas devido à final da taça os planos foram alterados para apenas 70kms. A logística estava pronta, (obrigado Primasso, Hélio e Vasco) e lá partimos de Sines para Alvalade onde cerca de 2000 BTTistas se posicionavam para a partida. Foi uma prova rápida, muitos estradões característicos do Alentejo (o terreno estava duríssimo), pequenas subidas, pequenas descidas, muita cadência pesada e velocidades quase sempre entre os 25 e os 30 kms/h. Zonas de abastecimento aos 21, 40 (esta numa barragem onde aproveitamos para “atestar” a mochila do Belmiro com as sandochas de carne assada porque não ia haver tempo para almoçar) e 47 kms. Depois seguia-se a dificuldade do percurso: Serra do Cercal. Antes da grande subida ainda deu tempo para mostrar “habilidades” numa descida mais técnica onde toda a gente seguia por um single com a bike à mão, em vez do single segui um colega que resolveu fazer a descida pela via mais “rápida”… por um penedo abaixo até a um curso de água. No final da subida seguiu-se um single num “túnel” criado pela vegetação e depois uma vista extasiante: Ao fundo via-se o mar e percebia-se a descida quase até lá. Foi uma descida feita – quase – a fundo para entrarmos depois na chamada “Amazónia”. Um single dentro de uma verdadeira floresta tropical onde o sol tem grande dificuldade em penetrar e onde – para grande desgosto nosso – o “tráfego” estava caótico. Uns pequenos charcos de água provocaram quase meia hora de “engarrafamento”, uns tentavam passar desmontados, outros tentavam encontrar uma alternativa a molhar os pezinhos… com aquele calor que bem soube. Depois seguiu-se a parte final e menos agradável do percurso: alguns estradões com imensa areia onde era difícil avançar a bom ritmo. Finalmente a subida final em alcatrão já em Porto Côvo e a meta onde terminou mais uma bela prova.
Como nota final apesar de ter gostado da prova, gostei bem mais de Idanha. Menos monótona e globalmente mais interessante, embora esta prova seja de facto muito agradável. Veremos se para o “ano há mais” ou se Idanha volta ao calendário.
O Quintal com pouca adesão…
Autor: pauloMai 23
Começou como é hábito às 8h no ponto de encontro oficial dos Muralhas, o “Galileu”, para compor o físico e partir para a volta domingueira. Com muitas ausências, alguns porque estavam para o Raid Alvalade – Porto Covo, outros por outras razões, lá reunimos quórum mínimo para a volta do costume (Herculano, Mike e eu).
Estava tudo a correr dentro da normalidade, quando antes da subida/parede para o apeadeiro de Fareja o Herculano sentiu que o pneu da frente estava substancialmente vazio, facto que convenientemente nos permitiu descansar. Resolvida a anomalia com o contributo do nosso já famigerado mecânico de serviço – Mike, lá seguimos caminho.
Chegados ao cruzamento de Paço Vieira, lá seguimos para a subida da Penha.
Para ganhar pontos em casa o Mike após a subida decidiu seguir logo pela estrada da Lapinha para casa, ficando os restantes, o Herculano e eu, com toda a vontade para o rebuçado, a nossa já famigerada descida da Penha.
Finda a descida, lá seguimos para as respectivas casas.
Quintal Chez Us Preguissas
Autor: MikeMai 18
Domingo 15 de Maio de 2011
Resolvemos aceitar o convite dos nossos colegas Preguissas que recentemente nos visitaram também.
Compareceram então a chamada os Muralhas: Belmiro; Gilberto; Manel; Herculano; Zé Carlos e eu. Pouco passava das 7:30 quando cheguei ao Galileu, logo depois chegam os restantes muralhas excepto o Zé que iriamos apanhar pelo caminho. Em Nespereira, primeira paragem para dar boleia ao Zé e tomar o pequeno-almoço. Estômago aconchegado partimos em direcção a S. Romão do Coronado onde US Preguissas: Vito, Miguel, Joaquim, Vasco, Paulo, Renato, Gil (peço desculpa por não ter memorizado o nome do último elemento) nos aguardavam. Chegados ao destino rapidamente tiramos as bikes da carrinha e pusemo-nos a caminho. Primeiros kms por estrada mas logo de seguida entramos em trilhos. Passamos por umas ruinas onde terá sido encontrado um pote cheio de moedas presumivelmente valiosas mas que afinal não valiam mais do que o pote , ou seja, partiram o pote para ficarem com as moedas e afinal o pote é que era valioso….dasse…
Pouco depois, primeira avaria, o Gilberto furou, uma reparação um pouco demorada mas lá seguimos. Pouco depois uma avaria na bike do Gil, era o “vomvito traseiro” solução: trava só com o da frente… LOL… Mais à frente a primeira BOA subida do dia…. Muita matéria solta a por à prova os mais “artistas”, mas superada por todos. Tempo para o 1º reforço e mais uma subida soft desta vez por estrada. Era tempo de começar a descer até ao 2º reforço composto por 12 bifanas, 4 receitas, 3 colas e 47 pacotes de açúcar(Herculano). Tudo isto por 30 euros fica a promessa de voltar…
Uns com mais dificuldade do que outros lá seguimos mas pouco depois, 2º furo desta vez na bike do Vito. De novo a rolar desviamos de novo para o monte onde nos cruzamos com um jipe atolado que precisava de ajuda, não fizemos por menos, agarramos nas cintas e toca a tirá-lo de lá, com a ajuda de um tal eng., que fez questão de orientar toda operação. Segunda BOA subida do dia, paragem para agrupar e depois foi sempre a descer até ao 3º reforço… dasse, este povo do Coronado é que come…. Desta vez dois pratos de rojões 3 receitas e 3 colas. Estava mais do que na hora de voltar a cidade Berço, despedimo-nos de alguns Preguissas e seguimos em direcção ao Muralhas Mobil, despedidos do resto do grupo partimos então.
Foi uma manhã de muito convívio e cavaqueira que esperamos em breve repetir, seja por cá ou por lá. Aqui fica um abraço em nome de todos Muralhas e até breve… É sempre um prazer pedalar convosco…
Us Preguissas e Muralhas – O vídeo
Autor: ZecarlosMai 18
Enquanto o Mike está a “cozinhar” a crónica aqui fica o video feito pelo Joaquim dos nossos amigos Us Preguissas.
Rota das Laranjas – Rescaldo
Autor: adminMai 12
Belmiro
Segunda participação na Rota das Laranjas para mim, e tal como na primeira adorei.
Durinha como gosto. Subidas de rebentar e descidas de chorar por mais. Singletrack maravilhoso, aquele no meio de uns carvalhos onde para além da beleza natural do local podíamos observar os Betetistas com mais técnica a dar SHOW e os outros a irem ao tapete (sem males maiores pois a terra era mole). Descida na Geira Romana junto à Srª da Abadia do melhor que há, dura, técnica a por a adrenalina no máximo.
Organização impecável, laranjas muito boas, simpatia e palmas ao chegar à meta. Ainda bem que alguns Muralhas não foram, porque desconfio que aquela garrafa de vinho oferecida pela organização ia ser despejada no bidão, e depois… é que eram elas…LOL…
Boa participação dos Muralhas (11), a repetir brevemente.
Gilberto
4ª edição da Rota das Laranjas, as minhas expectativas eram grandes e não foram defraudadas. Excelente percurso com boas subidas, sempre com bom piso o que ajudou bastante, com descidas ainda melhores a fazer as delícias dos bttistas, com uns “singletracks” do melhor… não faltou nada, tudo “do bom e do melhor” mas diga-se também, durinho q.b. eu que o diga!!
De notar ainda como se não bastasse a dureza do percurso, um Muralha, o “oh sócio” andou o percurso todo de “KISPO”!!!!! dasse!!!
Passeio pelo Quintal
Autor: herculanoMai 9
Domingo, 08 de Maio pelas 08,10 horas, chego ao famigerado Galileu e ainda se encontram lá os Muralhas que iriam participar na rota das Laranjeiras em Amares, pelos vistos á espera do Hugo que acabou por não aparecer. Logo me foi dirigido o convite para particiar no lugar do Hugo, mas tinha de regressar cedo pois tinha compromissos familiares, acabei por recusar o convite. Logo de seguida aparece o Paulo Vieira ao qual tambem se extendeu o convite, desta feita também recusado. Bicicletas arrumadas no Muralhas Mobile e lá partiram o Belmiro, Gilberto, Paulo Marinho, Mike e um amigo deste (peço desculpa não sei o nome).
Eu e o Paulo aguardamos um bom bocado para ver se aparecia mais alguem, 09.00 horas, como não havia sinais de mais Muralhas rumamos em direção ao Quintal. Efectuamos a 1ª parte pelo trajecto indicado pelo Manuel, com direção ao café de Cepães e depois pela pista até Fafe. Decidimos fazer a pista de regresso ficando uma volta curta e apenas de aquecimento, pois ambos tinhamos compromissos familiares. Mesmo a terminar a pista no regresso cruzamos com o Manuel que se tinha deitado tarde e acabou por adormecer. Ainda nos desafiou para subir á Penha mas as 2 semanas sem andar de bike deixaram moças nas pernas, pelo que o Manuel acabou por fazer a volta sozinho, já eram cerca de 11.00 horas.
