Arquivo de Março, 2011

DOWNHILL no GERÊS

Sábado, 26 Março 2011
Nova volta dos Muralhas pelo Parque Nacional Peneda – Gerês, o segundo em 2011. Na ementa estava previsto fazer cinco descidas, mas por culpa do mecânico do Zé Carlos acabamos por fazer apenas quatro. E por falar em culpa, dizer que o S. Pedro nos presenteou com um dia invernal, com chuva por vezes torrencial, de qualquer maneira os nossos agradecimentos por não ter sido pior LOL…
Agradecimento, sim ao Nuno (o nosso motorista de serviço) que acabou por ser o único envolvido nesta aventura a chegar ao fim do dia a precisar de descanso, foi duro para ele e ainda por cima foi “obrigado” a beber Coca-Cola.

Agradecer a nível pessoal, pela excelente surpresa com que fui presenteado no final do almoço, um bolo de aniversário, 21 anos (só erraram nas velas) LOL…. Obrigado a todos os Muralhas, aos presentes que me cantaram os parabéns e aos ausentes, mas em especial ao Gilberto.
E por falar em ausentes, que tal voltar a fazer estes maravilhosos trilhos … ao contrário…LOL… agora a sério tenho pena e lamento que não pudessem estar presentes mais Muralhas, mas primeiro o primeiro, e nem todos se podem “baldar” ao trabalho, não é Mike? LOL Uma palavra para o MuralhasMobile que mais uma vez esteve à altura, vá lá saber-se como. Eram 6.45H da manhã e já eu e o Gilberto estávamos na casa do Hugo, ou pensávamos que estávamos…LOL… 6.55H ligo ao Hugo “então não vens??” … “estou à porta à vossa espera” … “QQQQ” … afinal estávamos à porta da sogra, ainda bem que não tocamos à campainha LOL… Já no Galileu à hora marcada (7H) apanha-mos o Paulo Marinho, o Nuno e o Zé Carlos, que já tinha o pneu da frente em baixo, enchemo-lo e seguimos para a Trigueirinha onde tomamos o pequeno-almoço. Paragem nas Taipas para uma visita ao Multibanco e completamos os 57Km que ligam Guimarães a Santa Isabel do Monte, local onde iniciava a primeira descida.

1ª DESCIDA
Santa Isabel / Rio Caldo (duas ponte)
Altitude saída: 812m – Distância/ Tempo: 9Km – 25 minutos – Altitude chegada: 162m
Carrinha ponto de encontro: 15Km

Eram 8.50H quando chegamos, tiramos as bikes da carrinha e logo tivemos um contratempo, … claro que sim era a bike do Zé, tinha a válvula do pneu da frente partida e tivemos que trocar a câmara, problema resolvido em 5 minutos. Descida em estrada florestal na encosta oeste da serra que fica em frente ao Santuário do S. Bento da Porta Aberta, essencialmente rápida com paisagens magnificas sobre a albufeira da Caniçada.

2ª DESCIDA
“Boneca”
Altitude: 793m – Distancia / Tempo: 14Km – 1.30H – Altitude chegada: 160m
Carrinha Subida: 18km Boneca – Carrinha ponto de encontro: 14Km Central Eléctrica

Descida em caminho florestal com início junto ao Miradouro da Boneca, os primeiros metros eram técnicos, seguidos de 2,5km rápidos num estradão com muitos regos profundos e transversais para escoar a água, já quase no final deste troço o Zé Carlos volta a furar (em dois lados) no pneu da frente, nada que habitualmente não se resolve-se em 5 minutos, mas… não hoje… O problema foi que o Zé já não tinha câmara suplente (válvula de 6mm) e o resto do pessoal só tinha câmaras com válvulas de 8mm, tentamos resolver o problema com tapa-furos mas não conseguimos, nada ajudava, desde os furos serem grandes, a cola estar seca, a humidade não deixava secar a câmara, os pinheiros queimados não tinham resina… até que se arranjou uma solução à “Macgyver”, canivete Suíço e toca a alargar o furo na jante para poder utilizar uma câmara com válvula de 8mm. Retomado o andamento seguimos em direcção à central eléctrica, os trilhos estavam excelentes, sensivelmente a meio paramos para tirar umas fotografias à magnífica paisagem, a parte de trás do Santuário do S. Bento eram um autêntico postal, lindo. Os últimos Kms são feitos junto à margem direita da Albufeira da Caniçada, magnífico.

3ª DESCIDA
Rio Arado
Altitude: 712m – Distancia / Tempo: 8Km – 30 minutos – Altitude chegada: 277m
Carrinha subida: 12km Cascata Arado – Carrinha ponto de encontro: 5Km Ponte Rio Arado

Já tínhamos feito esta descida no ano passado e as expectativas eram altas e não saímos defraudados. Começamos junto ao cruzamento Pedra Bela/ Ermida/ Cascata do Arado, descemos até à ponte e subimos cerca de 1Km até começar novamente a descida, e que descida, nada de fotos, nada de apreciar a paisagem, apenas deixar ir a bicicleta, adrenalina no máximo, só travados por um carro que andava metido nos trilhos!!!!!! e a surpresa de alguns Bttistas, valentes, a fazer o trilho a subir…UPS… Ultrapassado o veiculo ligeiro foi só dar GAAAASSSS!!!! Mal se podia respirar tal era o cheiro a travão queimado nesta louca descida. O Paulo Marinho inspirado pelo pessoal que subia (desmontado) lançou o desafio (aceite, pois claro) de fazer esta trilho ao contrário, portanto a subir, bora lá UPS.

4º DESCIDA
Pedra Bela
Não foi feita por culpa do mecânico do Zé Carlos…LOL…
Já era 1.30H e optamos por seguir directamente para a Portela do Homem.

5ª DESCIDA (4ª)
Portela do Homem – Torneiros
Altitude: 672 – Distância / Tempo: 8Km / 15 minutos – Altitude chegada: 387m
Carrinha subida: 27Km Portela do Homem – Carrinha ponto de encontro: 8Km Torneiros
Há uns anos atrás fizemos este trilho a subir, e no geral ninguém gostou, na altura as condições eram más para subir, muito cansaço, muitos Kms nas pernas, algumas mazelas de quedas e principalmente o piso em pedra solta. A verdade é que não sabíamos bem o que iríamos encontrar, pois bem, foi 5000 estrelas (digo eu). Saímos da carrinha a 100 à hora (com a presa até houve que se esqueceu das luvas), estava um frio de rachar e para ajudar à festa estava a chover torrencialmente, pegamos nas bicicletas cheios de coragem e lá fomos por ali abaixo praticamente de olhos fechados… LOL… O piso estava excelente embora muito macio, chegados à estrada só faltava descer a Geira Romana e facilmente o fizemos até chegar às termas.

E para terminar em beleza segue-se o famoso banho quentinho com chuvinha à mistura, foi mesmo bom.
O almoço foi excelente como de costume, mas com novos pratos, vitela assada e presunto com grelos e como não podia deixar de ser o famoso chuléton, o vinho esse parece que piorou.
Em jeito de resumo, excelente trilhos, paisagens de sonho, velocidades vertiginosas, nada de quedas, boa disposição, a logística foi perfeita, motorista 5 estrelas e ainda tivemos a companhia feminina de qualidade na hora do banho, que mais se pode pedir? Talvez que alguém não tenha o desejo de nos atirar com pinhas…LOL… 72km depois estávamos em casa com muita vontade de fazer tudo de novo.

Nota ainda para o passeio Domingueiro do dia seguinte, Paulo Vieira, Mike, Manel e eu lá fizemos o nosso Quintal completo com alguns upgrades para os lados do rio Vizela. Na Penha experimentámos o novo trilho da pista de downhill que vai sair junto das águas e para terem uma ideia do trilho, o Mike adorou, o Paulo desceu na defensiva e eu hesitava muito, tirem as vossa conclusões e sejam felizes.

Domingo 20 de Março de 2011, eram já 8:10 quando acordei e me apercebi que estava atrasado “C C”. Sempre a andar chego ao apeadeiro de Covas ás 8:20 onde já alguns muralhas tomavam o pequeno-almoço de entre eles o Herculano, o Belmiro, o Zé, o Fernando e o seu cunhado que não memorizei o nome. Vontade feita ao estômago, era hora de começar a volta domingueira. Primeiro por estrada em direcção ao S.Bento, mas ao chegar a Tabuadelo decidimos seguir por um trilho que nos levaria mais rapidamente ao destino. Os primeiros 500mt não causaram nenhum problema mas depois disso apareceu a primeira subidita do dia. De novo a rolar a bom ritmo eis que chegamos à subida que me iria custar a redacção desta crónica, mas alguém tinha de a fazer e desta vez calhou-me a mim. Foi uma subida durita, mas nada que um muralha não consiga ultrapassar. Como depois da tempestade vem a bonança estava na hora de descer em direcção a Vizela. Praticamente todo o percurso foi muito técnico mas no final reabrimos um single track fabuloso que valerá a pena voltar a fazer.

Ao chegar a Vizela eram já 10:00 e o Fernando e o seu cunhado tinha de nos deixar mais cedo e seguiram por estrada até ao apeadeiro. Depois de um pouco de estrada entramos de novo nos trilhos com uma pequena paragem para a já habitual banana e para preparar os pulmões para as subidas seguintes. A rolar a bom ritmo passamos pelo campo de futebol do Nespereira e seguimos em direcção ao alto da Sra. dos Montes (ainda hei-de conseguir subir aquilo sem desmontar ou não me chame Mike). Mais uma série de descidas e estávamos em Sezim. O relógio já marcava 11:40 e eu não me podia atrasar, por isso descemos rapidamente até Nespereira onde me despedi do resto da muralhada e segui por estrada em direcção a Covas.
Os outros elementos do grupo foram a casa do Zé, provavelmente morfar. Umas mines até iam saber bem pois esteve uma manha quentinha, tão quente que secou algumas das garrafas de água.

Abraços… É sempre um prazer pedalar convosco….

Sábado, 12 de Março de 2011, preparam-se os Muralhas para mais um feito, Os Trilhos da Maria da Fonte VII, 8:15 da manhã lá cheguei eu ao Galileu onde já lá estava o MIKE. Duas de treta, pequeno almoço tomado, lá partimos em direcção à Póvoa de Lanhoso para mais esta conquista.

Credenciação feita, meninas prontas a rolar, lá nos dirigimos para a zona da partida que teria lugar às 10:15. Dada a partida, rolamos em estrada certa de 1 ou 2 Km’s, aparecendo a primeira parede, e que parede, subida muito lenta devido ao numeroso grupo de BTTistas na zona… no final desta subida, o primeiro reparo, muito tempo parado para que se entre na zona de monte… pela experiencia da organização não devia deixar que tal sucedesse… mas acredito que inscrições para 1000… é sempre difícil!

Entrados na terra, o percurso revelou-se verdadeiramente 5***** , terra, lama, e muita, muita pedra, um trilho muito bom, com boas subidas, excelentes descidas, embora algumas delas muito técnicas.
A maior subida acaba no cruzamento da pista de DH onde fomos obrigados a descer sempre a travar, pois descemos quase em fila indiana… pqp… assim nem deu pica, de seguida entramos na pista de XC do diver-lanhoso, descendo até ao rio, mas em vez de voltar ao diver-lanhoso, passamos o rio e subimos para o outro lado… e aí mais uma vez 5*****…. Boa subida, excelente descida… que brita!!!

Aproveito para agradecer ao nosso amigo MIKE pela companhia. É de salientar que todo o percurso foi feito em conjunto, o MIKE que nunca se mostrou rogado, mostrando que está em excelente forma… ora tinha ele a mota ligada e subia tudo, ora tinha eu…! lol :) .
Finalizado o passeio, fomos ao banho, primeiro das meninas e depois o nosso, cada um ao seu, claro… :) finalizando a jornada com um excelente repasto.

À organização quero deixar uma palavra de apreço pelo trilho, bem marcado e muito bem escolhido… Parabéns…
Aos amantes do BTT queria deixar umas dicas(alertas).
– Quando a organização marca um passeio com nível 4-5 é sinal que é exigente… neste caso quer em esforço, quer tecnicamente.
- Quando desmontamos, devemos encostar ao pior lado, para deixar que quem vem montado consiga subir.
- Quando dizemos direita, é sinal que vamos passar pela direita, cheguei ao cúmulo de dizer – Não era essa direita!!! Dasssss :)
- Se pararem para conversar, não parem no cimo de uma subida obstruindo o trilho, pode ser?
Em suma, também havia muito domingueiros!!!

Volta durita, mas valeu…

Quintal com upgrades

Pelas 08.00 horas começaram a comparecer à chamada alguns muralhas, Paulo Vieira e eu. Logo comentava-mos que os Muralhas estavam com medo da chuva que ameaçava cair, 10 minutos depois aparece o Gilberto que tinha acabado de sair do serviço, pelo que vinha apenas para comprar o pão e os croissants para o pequeno almoço. Mais cinco minutos e chega o Miguel. Pelas 08.30 aparece o Hugo e quando estava-mos mesmo de saída e a despedir-mos do Gilberto eis que aparece o saudoso Gil. Assim formada a equipa de 5 Muralhas lá seguimos em direcção à pista de cicloturismo.

O Paulo Vieira sugeriu fazer o percurso apresentado pelo Manuel na semana anterior, sendo que este percurso se mostrou do agrado de todos, pois é praticamente sempre a descer, apenas uma subida (digna do nome), com saída mesmo junto ao café em Cepães. Um pit stop no café apenas para duas de cavaqueira pois ninguém tomou nada visto que vinha¬-mos a um bom ritmo e tinham todos acabado o reforço matinal poucos minutos antes. Seguimos então até Armil, sempre a subir até à pedreira, onde começam as belas decidas até chegar à auto-estrada e logo a Fareja, onde enfrentamos e convencemos o Gil a juntar-se a nós para a incrível subida até a ciclovia. Mais uma pequena paragem para recompor o fôlego e o estômago e rumamos à Penha.

Já no cimo da Penha deparamos com o grupo de downhill, pelo que tivemos de começar a descida um pouco mais à frente, pois na entrada da pista estavam a descarregar as bikes. O primeiro troço estava em muito mau estado cheio de buracos, dos quais não consegui evitar um belo tralho. Na parte final do trilho o Miguel saltou o muro e o Gil ficou entusiasmado e pediu-lhe para repetir para ver onde este havia descido, afim de lhe imitar as pisadas. O Miguel não se fez rogado e voltou a saltar, o Gil vem atrás e também salta, consegue aterrar bem mas logo perde o controlo da bike e eis que se dá o mais grave acidente presenciado pelos Muralhas, o Gil é projectado pelo ar e aterra de cabeça ficando completamente inanimado, a queda não pareceu grave pelo que todos ficamos à espera que este se levanta-se mas logo constatamos que o Gil havia perdido os sentidos, todos corremos em seu auxilio e erradamente colocamos o seu inanimado corpo voltado para cima, digo erradamente pois não tinha-mos consciência do seu estado e podia-mos ter provocado danos irreversíveis caso o mesmo tivesse lesionado a espinha ou o pescoço. Com o Gil em black-out total os Muralhas entraram em pânico e correram em auxílio para a estrada, outros a ligar para o 112 a pedir uma ambulância, e o Gil em black-out. Até que uns 5 minutos de pânico depois o Gil abre os olhos e faz sinal que tudo está bem, sim faz sinal pois ainda não falava com o choque. Aos poucos vai ganhando consciência, contudo sem saber como havia caído, e perguntou uma 5 vezes até chegarem os bombeiros: “Como é que eu caí?”, “onde esta a minha bike?”. Quando os bombeiros chegaram já o Gil havia recuperado o sentido de humor, pois quando a bombeira voluntária o ajudou a subir o muro o Gil perguntou-lhe se ela queria ajuda. Após uns testes rápidos verificou-se que o Gil estava bem apenas um pouco atordoado, de qualquer forma seguiu para o hospital bem acompanhado pois o bombeiro era seu conhecido, afim de fazer testes mais rigorosos.

A esta hora já tinha falado com o Gil, estava na companhia do Paulo Marinho que o foi buscar ao hospital apenas tinha um sintoma: FOME, ó Gil esse é o teu estado normal pá, só pensas em morfar.

Felizmente acabou tudo em bem, fica aqui uma lição para todos aqueles que fazem deste desporto um hobbie, a SEGURANÇA EM PRIMEIRO LUGAR, é preferível desmontar e seguir a pé do que arriscar.

Após a saída no Gil na ambulância, seguimos com grande pesar pela estrada até ao galileu para o fim de uma volta que tirando o acidente do Gil foi impecável, pois a manhã esteve óptima e o terreno estava muito bom.

Façam o favor de serem felizes e viverem cada dia intensamente junto daqueles que mais amam.

Quintal com percurso novo

Domingo, 6 de Março, 8h25. Chego ao Galileu e já lá estava o Gilberto. Logo de seguida começam a chegar os restantes que completaram o grupo desta volta: Paulo Vieira, Hugo, Belmiro, Mike (mecânico dos muralhas) e mais 3 novos elementos aos quais dou as boas vindas (desde já peço desculpa por não ter decorado os nomes). Principal tema de conversa: a hora que estava marcada no site para esta volta, 8h ou 8h30. As incertezas e certezas dividiam-se. Mas chegou-se à conclusão que não tinha importância, o importante é que estávamos um grupo bem numeroso, o dia estava óptimo e estávamos a perder tempo com esta conversa. Pequeno-almoço e cafés tomados e…. toca a arrancar. E que arranque! Enquanto tirei a minha menina da carrinha e me equipei já não via ninguém por perto. O pessoal pensou que eu já estava para a frente mas afinal eu estava para trás…LOL. Em pouco tempo chegamos então à ciclovia e daí a poucos km entramos no monte. Começamos a subir e logo apareceu a primeira avaria! Desta vez foi com a minha menina… rebentou a corrente. Mike entra ao serviço (obrigado Mike!). Aproveitando enquanto estávamos parados e todos juntos, propus um percurso novo e todos concordaram. Retomamos o ritmo com a primeira descida do percurso habitual e logo à frente desviamos à esquerda para o novo percurso que eu tinha proposto à malta. Em meu ver é um percurso bom, em que passamos por montes, estrada, barrocas, regos, campos agrícolas, riachos e uma ponte sobre o rio de Cepães. Agora só espero que o pessoal tenha gostado!? Logo acima algumas dezenas de metros entramos de novo na ciclovia, onde já se avistava o bar da estação de Cepães. Uma pequena paragem para comer umas bananas e umas barritas e também para fazer umas afinações na suspensão de um muralha. Retomamos o rumo em direcção à famosa descida para Fareja (junto à auto-estrada). Mas até chegar ao início da descida há uma boa subida, não é muralhas? Mas para os muralhas que desde já estão de parabéns pelo ritmo que demonstravam, as subidas são canja!!! Chegados ao início da descida foi aí que se viu o resultado das afinações nas suspensões. O Gilberto, que além de ter afinado a suspensão da frente também testava um amortecedor fox, desapareceu na descida quase sem deixar rasto…tendo depois de esperar pelo resto do grupo alguns km mais abaixo. Reagrupados de novo e “bota calor” novamente até ao final, Fareja. Continuamos no bom ritmo que estávamos e lá chegamos à chamada “parede” (subida muito acentuada) que dá de novo acesso à ciclovia. Com os pulmões quase a sair pela boca era obrigatório um pouco de repouso… e assim foi. Todos mais calmos seguimos em direcção a Paçô Vieira. Nova paragem para nos prepararmos para a subida à Penha e logo aí a primeira desistência de um muralha por compromissos familiares. O resto do grupo segue em direcção à Penha. Ao chegar à rotunda de Paçô Vieira encontramos o fotógrafo oficial dos muralhas, o Miguel, que apareceu mais tarde. Começamos a subir, subir, subir e a certa altura já era eu que estava a ficar com fraqueza… valeu-me uma barrita de cereais oferecida pelo Hugo. Ao chegar às “alminhas”, ponto de repouso depois da subida de Matamá, e já na estrada Lapinha-Penha, mais uma desistência. Chegados os restantes à Penha, e sem bolinhos de bacalhau, colas, mines, nem receitas começamos a descida da pista de Downhill. Primeira parte da descida: duas quedas aparatosas. Felizmente sem feridos nem danos materiais a registar. Chegamos então ao final da pista eram 11h20 o que prova uma volta ao quintal a bom ritmo. Como ainda não era uma hora muito apertada para o almoço, alguém lança o desafio de voltar a subir. Aí o grupo dividiu-se, alguns voltaram a subir e outros seguiram em direcção ao Galileu. Eu fiquei no segundo grupo! Chegados ao Galileu deu-se por terminada a nossa volta que espero que tenha sido do agrado de todos. 

Cumprimentos a todos os muralhas.