Domingo, 26 de Setembro pelas 07,50H, sete muralhas responderam á chamada e compareceram no famigerado Galileu: Herculano, Paulo Vieira, Paulo Marinho, Filipe, Gilberto, Hugo e Miguel. Efectuada a distribuição das bikes pelos veiculos seguimos para S.Torcato onde efectuamos uma pequena paragem para aconchegar o estômago. Depois da cavaqueira habitual seguimos até Porto D´Ave onde nos esperava o corajoso do Belmiro, que tinha ido de bike até lá. Deixamos os veiculos, montamos as bikes e seguimos em direcção á montanha. Os primeiros 5 km, já nossos conhecidos, não mostram dificuldade, contudo não podemos dizer o mesmo dos 7 km seguintes, pois eram sempre a subir, e que subidas……., de deixar com o coração na boca,pois quem marcava o ritmo era o Belmiro que nunca acusou cansaço dos 20 km até Porto D´Ave, logo em caso de dúvida, nunca seguir o Belmiro. Deixo aqui os meus parabens ao estreante Miguel que foi o único Muralha capaz de subir uma antêntica parede, isto depois de ter subido cerca de 4 km, contudo nas subidas finais já se lhe tinha acabado a Fanta, pelo que chegou com a bike á mão.
Chegados ao cruzamento com o nosso trilho habitual do Ermal, fizemos cerca de 1km em sentido inverso, havendo ainda tempo para um desvio para alcançar o marco geodésico onde tiramos umas fotos, mas fomos impedidos de permanecer no local devido ao vento gelado. Atingido o topo da montanha era dar inicio ás descidas, devo dizer que não tenho palavras para descrever aqueles 2 ou 3 km de descidas, single tracks, saltos, pontes, locais técnicos, outros fáceis, pedras, simplesmente faaabbbuuulllooosoo. Todas aquelas descidas valeram cada pedalada para subir.Tão bom que quando terminei pedi para repetir, (e voces sabem o quanto me custa subir o estradão do Diver Lanhoso), mas ninguém me deu ouvidos. Fomos a recepção do Diver Lanhoso pedir permissão para entrar no parque, logo nos foi concedida após mencionar o nome do Sr.José. Aqui tem uma pista com cerca de 6 km de dificuldade baixa, contudo com uma paisagem de encher o olho, tivemos ainda oportunidade de ver o slide super-homem e inumeras actividades que nos levam a querer lá passar um dia inteiro.
Fica para a próxima, pois não havia tempo para mais, era hora de regressar a casa, assim seguimos pela estrada até encontramos o trilho que nos levaria de regresso aos carros. Desta vez já com a companhia do Belmiro, não é que não tivesse vontade de regressar montado na sua Kona…. mas era já hora de almoço.


