Arquivo de Junho, 2010

Quintal Versão 3.1

Domingo, dia 20 de Junho de 2010.

Às 7.45 da matina lá se juntaram mais uma vez os muralhas para uma voltinha matinal, eu(PJ Marinho) e o Paulo Vieira, para seguirmos para o ponto de encontro que desta vez foi em S. Torcato(Quintal do Manuel).

Chegados a S. Torcato, lá nos esperava o anfitrião da volta, o Manuel com uma nova Menina… hehehe parece que o grupo Spark está a crescer… lol parabens Manuel pela escolha…! Já no ponto de encontro e enquanto davamos trabalho ao estomago e davamos à cavaqueira, lá chegaram os restantes Muralhas (Belmiro e Carlitos).

E foi assim que arrancamos em direcção ao nosso quintal, mas na versão 3.1, fazendo a partida de S. Torcato, o qual se revelou um trilho recomendavel e a repetir em breve, trilhos muito frescos, sem grandes subidas nem descidas mas mesmo assim achei um excelente complemento ao nosso quintal.

Chegados à pista de cicloturismo, la fizemos a versão 2.0(quintal com apgrades) que para mim foi uma plena novidade, e que novidade, vale bem a curta subida para depois curtir as descidas… lol :)

Ao retomar a Ciclovia, e uma vez que o Belmiro se queixava de uma lesão na birilha, optamos por fazer a ciclovia até Paço a Vieira quando nos primeiros Kms acontece a primeira caricatura do dia… dois cromos com bikes de estrada que dizem assim ao Belmiro “Olha a Esquerda Faxavore!!!” – a quem eles foram dar o Bitaite… o Belmiro não se deixa ficar principalmente a subir e ao passar por mim solta um sorriso maroto e diz “- Bom dia!!!!” e eu que nem gosto de piques, lá me colei ao Belmiro e la viemos na roda do adversário a uma velocidade média de 30-33 km/h, até que os homens arrabentaram e la tivemos de passar nos pra frente e completar o circuito a 35 Km/h(a subir)… Belmiro, para quem tinha lesão…. Fonix.

Saímos em Paço a Veira e fizemos parte dos Trilhos do Ave, no sentido inverso mas com upgrades… onde fizemos grandes trilhos, muito bons mesmo em direcção a S. Torcato, passando por uma Subidinha que o Belmiro conhecia… muito facil(se fizermos de moto)… lol :) … Sugestões do Miro, temos de ter cuidado… :)

E assim, chegamos a S. Torcato onde o Manuel nos mostrou o palco de treinos dele(subida para o vivapark…fonix…), posto este ultimos esforço, lá nos aparece a 2ª caricatura do dia… um Senhor já com uma certa Idade num Gipe(Ford Fiesta) a descer uma Trialeira… FONIX…. – Manuel, na tua terra tambem há coisas fantásticas…!

Para terminar, e é de salientar que não podia ter acabado melhor, tivemos direito a um verdadeiro repasto oferecido Pelo Manuel e sua Esposa, aos quais quero deixar o meu agradecimento… Estava tudo DIVINAL, desde o pãozinho, à pinga, passando pelas espetadas, o presunto etc.., enfim estava tudo muito bom…!!! OBRIGADO.

Um abraço a todos,

Até Domingo!!!

PJ Marinho

QUINTAL COM UPGRADES

Domingo, 08.00 da manhã, Galileu.

Parece um dejá vu, pois havia entrado no site no sábado ao inicio da tarde e ainda não constava nada, resolvi arriscar e aparecer logo vi que havia acertado.

Era a repetição da quinta-feira, pois compareceram á chamada os mesmos muralhas; Paulo, Carlitos, Zé Carlos, Belmiro, Gilberto e eu. O tempo estava incerto, ameaçava chuva e estava algum vento. Após reconfortar o estômago e dar duas de cavaqueira iniciamos a volta em direcção á pista de Fafe, após a entrada no monte se fizeram algumas alterações ao trilho, já experimentado na quinta feira, mas desta vez mais uma alteração, pois subimos um pouco mais para a descida pelo estradão ficar maior e com mais inclinação, dando maior adrenalina. Retomamos o trilho de acesso a cepães, onde nos cruzamos com um grupo que tinha “medo” das descidas, ainda ficamos a assistir para ver se havia alguma queda por parte dos medrosos, mas não se verificou.

Chegados a Cepães a habitual pausa para o café, coca-cola e “natinha”, pois estas já estão a ficar passadas por falta de uso. Ficamos numa mesa no exterior a apreciar as vista, pois neste dias aquelas paragens têm estado bem frequentadas. Logo avistamos um muralha  (Manuel) que dava umas pedaladas com a sua companheira, razão pela qual não ligou aos muralhas.Após uma longa conversa e respectiva pausa, retomamos o percurso. Em virtude das medidas de resseção económica, e devido á instalação de portagens no acesso á Penha, decidimos seguir o percurso da quinta-feira e explorar melhor aqueles montes em Cepães. Apesar de ter umas grandes subidas tem umas descidas a condizer, mas após alguma pesquisa descobrimos um trilho que dispensa a enorme subida para assim poder disfrutar da descida, que me deixa a salivar só de pensar no gás que dei na descida.

De regresso á pista o grupo separa-se em dois, eu o Gilberto e o Carlitos decidimos subir a parede de alcatrão que dá acesso directo ao palanque, o resto do grupo foi dar uma volta maior subindo junto ao Kartodromo.  Chegados á pista

encontramos mais um muralha (Filipe Marinho) que dava um passeio com o seu rebento o Francisco, mais duas de cavaqueira a aguardar a chegada dos restantes muralhas e pouco depois retomamos caminho rumo á Penha. Como Alguns membros do grupo tinham almoços de familia não poderiam fazer o resto do trilho montanhoso, logo o espirito de grupo imperou e acabamos por cancelar a subida a Penha. Ficando  a volta um pouco mais curta que o habitual, mas ainda assim com uns 33 KM.

QUINTAL EM DIA DE PORTUGAL

O dia ameaçava mau tempo, mas assim mesmo por volta das 8 horas no café Galileu juntaram-se os Muralhas Carlitos, Gilberto, Herculano, Paulo Vieira e Zé Carlos para mais uma jornada de BTT, mas primeiro há que pôr a conversa em dia enquanto se toma o pequeno almoço.
Embora tenha acordado ás 7.30 só consegui chegar ao ponto de encontro ás 8.25 e para meu espanto já não estava lá nenhum Muralha.
Como não me cruzei com o grupo decidi espreitar para o lado do Parque da Cidade, não vi ninguém logo liguei ao Zé Carlos, “… onde estás?…” , “… viemos a casa do Paulo buscar um capacete…”.
Enquanto o Zé faz uns ajustes no novo capacete aproveito para cumprimentar o pessoal e o Gilberto para dar um salto a casa, foi buscar um impermeável.
Pelotão completo seguimos em direcção à ciclovia de Guimarães-Fafe, reparo então que o Paulo está com a ex (semi rígida) do Zé Carlos , e segundo alguns comentários tinha feito a troca, LOL… (bike por capacete).O Herculano é que não tinha dúvidas “… o capacete não é Giro (marca) mas o Paulo é que ficou a perder..” LOL….
Ainda não tinhamos feito um Km na pista e nova paragem para ajustar novamente o capacete, dada a dificuldade de adaptação, o Gilberto com a disponibilidade que o caracteriza prontamente se ofereceu para trocar de capacete com o Zé, a troca só se concretizu porque o Carlitos deu uma grande ajuda “…eu tenho Quitoso à venda lá na farmácia…” LOL
Chegados aos belos trilhos do nosso Quintal, uma novidade, (pelo menos para mim) uma nova descida rápida com algo de subida ligeira à mistura, gostei.
De referir que a chuva que se fez sentir durante a semana criou novos regos tornando alguns trilhos um bocado perigosos.Na descida para o apeadeiro de Fareja os mais rápidos quase que se “estampavam” num tractor mal estacionado LOL…, valeu aos mais atrasados os gritos de “cuidado,cuidado…” toda gente acabou por passar bem.
Proxímo passo cafézinho em Cepães onde fomos convidados para um passeio este sábado em Vermoim, a chuva também fez a sua aparição por esta altura.
Não sei se foi o Gilberto ou o Paulo que sugeriu fazer um novo trilho junto ao rio Vizela, o que é certo é que lá fomos. Saimos à esquerda junto à ponte onde nos esperava um single track manhoso.
O terreno por estas paragens não é muito conhecido e talvez por isso houve um pequeno engano LOL, quando devíamos descer começámos a subir, os guias bem gritavam “não é por aqui…” mas o Zé e o Herculano que seguiam na frente cheios de power resolveram seguir o novo trilho, subimos durante aproximadamente 2 Km com a esperança que a descida vale-se a pena, e valeu, tinha de tudo era rápida, tecnica, inclinações de cair para a frente da bike e uma trialeira (onde o Herculano empenou o disco de trás) e para terminar (aqui já conhecíamos) estradão. De futuro temos de explorar este monte pois tem excelentes trilhos. De regresso à pista uns aproveitaram para “puxar” e outros para recuperar.
Nesta fase havia várias queixas, de dores no joelho (Carlitos), dores no “acento” (Paulo) e o Herculano do gajo que lhe travava a roda de trás LOL….
Em Paço Vieira o grupo separou-se o Gilberto por motivo de agenda, o Herculano por motivo mecânico e o Carlitos com dores no joelho seguiram para casa.
Os restantes lá se fizeram ao rebuçado do dia (subida à Penha) LOL…, e respectiva descida.
44Km depois ainda houve tempo para um duche forçado do Galileu a casa, sorte do Paulo e do Zé Carlos que chegaram ao carro mesmo antes desta grande chuvada.
Boas pedaladas e sejam felizes.

Sameiro, belo Sameiro…

Domingo, 7.35, Trigueirinha. Belmiro sentado na esplanada à espera dos restantes muralhas. Chego eu e entre duas de conversa e o pequeno-almoço passa o Gilberto que segue directo para as Taipas. Resolvemos então também dirigir-nos ao parque onde pouco depois chega o Herculano e um sms a dizer: Estamos mesmo a chegar. Remetente: PJ Marinho que segundo o próprio adormeceu… eu acho é que não acordou mas pronto. Esperamos então que os irmãos Marinho estivessem operacionais e lá partimos em direcção à Rota das Taipas 2010 para desta vez a fazermos na integra, afinal tratava-se de descer duas vezes o Sameiro que considero ter das melhores descidas da região.
Bom ritmo na fase inicial mas quando os caminho começaram a empinar o Filipe começou a sofrer do mal que o Gil padece por aquelas paragens. Talvez fosse das poucas horas de sono ou da comida da noite anterior o que é certo é que só nas descidas se sentia bem. Resolveu juntamente com o Gilberto e o PJ regressar por estrada ás Taipas novamente a meio do percurso, entretanto encurtado em meia dúzia de kms por sugestão do Belmiro para não descermos a trialeira junto ao rio Febres e depois subir por estrada até à Citânia. Separado o grupo eu o Herculano e o Belmiro partimos em direcção à segunda parte. E que segunda parte. Subidas quase sempre fáceis até mesmo a “parede” do dia pareceu fácil apenas o Herculano se queixou um pouco. Foi o dia de estrear o novo GPS em que a função de ver a altimetria “live” ajuda imenso para gerir o esforço e mesmo em zonas que não se conhecem saber quanto falta para acabar cada subida e cada descida. Chegados ao Sameiro veio o que estava à espera: descidas fantásticas. Tem de tudo, rápidas, técnicas, singletracks, com “ondas” e com uma vista fantástica sobre as Taipas num dos pontos onde em frente se vêm a senhora da Saúde e a Morreira. Foi descer (quase) a todo o gás para terminarmos a volta com 40kms e média de 12kms/h despedindo-nos do Herculano numa rotunda junto ao AvePark. Depois foi chegar ao carro e o Belmiro (teimoso) a regressar de bicicleta não querendo a boleia até casa que lhe ofereci.
Mais uma vez o Sameiro veio alegrar muito o meu domingo.

Começou como é hábito com o encontro das 8h no já famigerado Galileu para compor o físico e partir para a volta domingueira. Com algumas ausências lá reunimos quorum (Filipe Marinho, Filipe Leite, Hugo, Gil, Carlos Freitas, Carlos Pereira e eu). Estávamos nós a preparar a saída para a ciclo via de Fafe quando nos apareceu um novo convidado já conhecido de alguns, Paulo Magalhães, e se juntou nós. Como bons anfitriões que somos logo o integramos no grupo e partimos para a nossa aventura. Estava tudo a correr dentro da normalidade, quando para espanto de todos o Gil (que já havia chegado com um ar de “ressaca”) começou a sentir-se mal com as subidas. Pensávamos que o rebuçado das descidas resolveria tudo mas, pelo vistos em nada resultou, ou melhor resultou numa queda do Gil que felizmente não foi nada de grave. Ao chegarmos ao apeadeiro o mau estar mantinha-se, decidimos então regressar e em direcção a Guimarães.

Chegados ao desvio para a subida da Penha, tivemos a desistência do Gil que continuava indisposto, mas também do Carlos Freitas que aproveitou a deixa e desmarcou-se com ele, quem sabe para evitar a tortura da subida da Penha com sol.

Os sobreviventes (Filipe Marinho, Filipe Leite, Hugo, Carlos Pereira o novo recruta e eu), lá seguimos caminho. A subida com o calor parecia mais inclinada, uma parede, mas com a chegada ao cimo tudo foi esquecido e partimos com toda a vontade para o rebuçado, a nossa já famigerada descida da Penha.

Finda a descida, Estávamos nós a preparamos para seguir para as respectivas casas, quando o convidado nos desafiou a conhecer um novo percurso em terra até à cidade que acabaria junto à Av. D. João IV. Nós como muralhas não nos fizemos rogados e aceitamos o desafio, pois um novo percurso representa sempre novos trilhos a descobrir. Apesar de ser uma zona já habitual dos muralhas, foi uma agradável surpresa, tendo em conta que acabamos por descobrir um novo trilho, que desafio desde já os restantes numa próxima oportunidade a testarmos. Quase a finalizar percurso tivemos direito a brinde “uma descida”, mas que no final acabou por ser bastante atribulada com quedas (Filipe Leite e eu). Enfim espero podermos testar este novo percurso mas agora com algum conhecimento do terreno e menos atribulado.