Arquivo de Maio, 2010

Rota das Taipas 2010

Desta vez vai por ordem de chegada… :)
Carlos Freitas:
A organização foi fantástica, os trilhos escolhidos a dedo, para o no estarei lá outra vez…

Belmiro:
O Herculano fez o convite e os Muralhas Belmiro; Carlos freitas; Carlitos; Filipe Marinho; Gil; Jeronimo; Paulo Marinho e Zé Carlos disseram presente neste belo dominho de primavera. 8 horas e a esplamada da Trigueirinha já estava lotada.
A primeira parte do percurso foi essencialmente o “Quintal do Herculano”, sem o belo repasto na casa dele…lol..mas com um abastecimento muito bom (que o diga o Gil !!!, segundo algumas contagens já ia em 16 croissant) lol… . Confesso que bebi um barril de coca-cola. O Zé Carlos já tinha teias de aranha quando partimos para a segunda parte do percurso. Seguimos eu o Gil e o Paulo Marinho, o resto dos Muralhas optaram por regressar pela estrada. A melhor opção foi sem dúvida fazer a Rota toda, os trilhos revelaram-se 5 estrelas com meia dúzia de descidas impecáveis e as subidas sem grandes dificuldades. Em relação à organização esteve razoável, apenas a apontar o costume, falta de água.

Filipe Marinho:
Fiquei agradavelmente surpreendido com a organização. Estava tudo pensado e não encontrei problemas de maior. O percurso foi muito bem escolhido. Não era demasiado duro e apesar de conhecer boa parte dos trilhos, o seu encadeamento estava muito bem pensado. Não subia demasiado tempo seguido…
Nunca tive problemas em saber o caminho uma vez que as marcações estavam sempre lá. Quanto ao reabastecimento, até os “croissaints” (não sei se é assim que se escreve) estavam divinais.
Reparos: Faltou água na segunda parte da volta, o que com o calor que estava não deveria ter acontecido. Havia também algumas descidas um pouco técnicas demais para um passeio que se pretende abrangente, tornou-se um pouco perigoso para alguns. A marcação do último quilometro antes do abastecimento foi mal calculada…(só um quilometro????)
Em tudo o resto foi fantástico. A desidratação foi compensada com uma data de barris de cerveja e o almoço muito bem servido. Uma palavra quanto ao preço: 12.50 euros incluiu Organização da volta, brindes, lavagem de bicicletas (para quem quis), banho, almoço, uma colher, um garfo e um velocímetro dos antigos… não foi caro.

Zé Carlos:
Dia promissor, presença significativa dos Muralhas (o Herculano dizia que estava a tirar nota de quem faltou para o próximo reforço na casa dele… não entendi…) e um percurso inicial fácil com a subida em direcção ao Sameiro bem mais “amena” do que a habitual. Tive a sorte de entrar no monte no pelotão da frente e até ao reforço foi sempre a andar, sem os habituais engarrafamentos iniciais. Gostei das descidas “novas” (reconheço que para quem não está habituado eram muito técnicas algumas) e voltei a cair quando levava a bicicleta à mão numas escadas junto a um rio… sempre me disseram que se deve andar em cima dela e não ao lado. No reforço (5*) estava pronto para partir quando chegou o Carlos, 5 minutos de conversa e chega o Belmiro e fui ficando… quando chegou o Gil já previa um assalto aos croissaints e fiquei para ver… 12 croissants depois e alguns litros de coca-cola quem estava de barriga cheia de o ver comer era eu e como já tinha passado mais de uma hora da minha chegada resolvi acompanhar os “roladores” até ao parque das Taipas pela estrada. Entretanto chegou o Jerónimo na sua bela Pinifarina… Depois… depois foi um banho 5*, um almoço também 5* e umas bejecas 5000*… ahhh e uma conversa ainda melhor. Parabéns à organização, para o ano contem connosco.

Herculano:
Pelas 08,30 horas começaram a concentrar-se os muralhas no parque das taipas, para um passeio que já era nosso conhecido, embora com algumas alterações, que se vieram a revelar bastante boas, pois tornavam as subidas mais amenas e tinha também optimas descidas. Infelizmente na partida acabei por ficar a meio da concentração o que originou grandes engarrafamentos logo nas subidas iniciais, estando mesmo parado alguns largos minutos, contudo chegado á quinta das laranjeiras acabaram os engarrafamentos.
Os meus parabéns á organização pois esteve tudo muito bem, 2 postos de distribuição de água até ao reforço que estava imparavel com croissants á descrição, que o diga o Gil …..LOL. Fiquei triste por não fazer a 2ª parte pois tinha que ir almoçar a casa. Contudo fica o convite feito aos muralhas para um destes domingos fazer-mos todo o circuito. Ontem de manhã não trabalhei e fui fazer a 1ª parte da rota das taipas, e fiz uma mistura dos dois trilhos e foi optimo sem grande esforço.

Gil:
Quando o Herculano convidou para participar na Rota das Taipas eu hesitei em aceitar pois os que participaram no passeio do ano passado queixaram-se da dureza do percurso, mas quando vi as fotos do reforço todas as minhas duvidas e hesitações se dissiparam…LOL
A primeira parte do percurso, até ao reforço, foi muito porreira apesar dos engarrafamentos nos primeiros single tracks. Conhecemos subidas alternativas para o Sameiro e novas descidas para todos os gostos. Apenas a última parte (antes da chegada ao asfalto) obrigava a alguma mestria técnica para ultrapassar os obstáculos. A chegada ao reforço demorou mais que o previsto, pois, o conceito de Km não é igual para todos…LOL O reforço estava divinal, muitas organizações deviam por os olhinhos para aprender como preparar um reforço!! LOL A segunda parte do percurso, a seguir ao reforço, continuou por trilhos muito bons principalmente a descida a seguir ao Sameiro – impecável. A única falha da organização foi deixar acabar a água, com o calor que estava foi grave não haver água na chegada ao Sameiro.
No final, a organização esteve novamente de parabéns estava tudo perfeito, desde o banho (com água quente), passando pelo repasto (boa churrascada com muita bejeca) e o convívio (grande galhofa, lol).
Por último, e em nome dos Muralhas, quero agradecer à organização pelo troféu que ofereceu – foi o nosso primeiro troféu – OBRIGADO.
Pró ano é para repetir

Domingo 16 de Maio, manhã soalheira e temperatura agradável. Ponto de encontro: “Outlet das Taipas” antes ou depois da rotunda dependendo do lado que se vem…Segundo alguém por ser um sitio onde existiriam muitos sítios de estacionamento. Ora pelas 08:30 da manhã lá apareceram Eu, Paulo, Gilberto, Manuel, Carlos, ZéCarlos, Belmiro, Gil e Herculano. Parte dos Muralhas vinham já de amena confraternização ao pequeno almoço na Trigueirinha. Afinal o parque do Outlet estava ainda fechado e tivemos de improvisar estacionamento junto da zona industrial.

Pelas 08:45 partimos em direcção ao primeiro obstáculo do dia, uma subida muito fresca mas ao mesmo tempo muito íngreme. Excelente forma da maioria que aguentou a subida sem grande contrariedade, excepto eu que fiquei com o pequeno-almoço às voltas no estômago.

A partir daí e refeito do contratempo, foi sempre a curtir, subidas, descidas, sigle-tracks, descidas loucas, tivemos de tudo um pouco. Tivemos também um rafeiro que se desentendeu com o Manuel mas na verdade só queria trincar o bife com alface do Gil. Tivemos uma aventura por um trilho impossível de penetrar que afinal foi dar a um campo muito bem tratado e ao centro de uma quinta. (um dia levamos um tiro por invasão de propriedade). Enfim, mais uma manhã de BTT em boa companhia e gozando da Natureza.

Os trilhos Montanhosos do Ave revelaram-se para mim uma verdadeira surpresa. Pena não ter sido possível fazer a segunda parte ( a mais montanhosa :) ), é que a hora já não permitia mais e o almoço esperava em casa.

Uma palavra de solidariedade pró tipo que partiu o desviador e agora não sabe montar a roda de trás. Coragem que tudo se resolve.

Até Domingo na Rota das Taipas.

Confrades,
Como foi uma fórmula vencedora voltamos ao esquema de cada um dos participantes dizerem o que acharam da maratona de Idanha.
Belmiro:
MURALHAS EM IDANHA a NOVA
Por volta das 17 horas de 6ª feira juntaram-se os Muralhas Belmiro,Gil e Zé Carlos para a aventura de Idanha-a-Nova 2010.
Biclas e sacos no carro e lá vamos nós, não sem antes ir dar um abraço (leia-se meter inveja…LOL…) ao lesionado PJ Marinho.
Resolvemos então ir directos a Idanha para levantar os dorsais, “sempre dá para dormir mais meia horita…” dizia o Zé, de seguida passamos pelo restaurante Helana (recomendado pelo Filipe Marinho) onde a comida tinha um aspecto divino, pena foi não termos feito a reserva como o Filipe aconselhou, não havia mesa e lá fomos jantar a Castelo Branco. Já no Hotel fizemos todos os preparativos para no dia seguinte não perdermos tempo, “sempre dá para dormir mais meia horita…”. O plano era acordar às 7.10, pequeno almoço 7.30, sair 8 horas, mas… O Zé Carlos acordou ás 6 da matina para fazer “xixi” e eu e o Gil acordamos também, já não deu para voltar a adormecer, … e isto para não falar do gajo do quarto 318…LOL….
Há hora marcada 1200 batetistas lá partiram para a prova considerada por muitos como a Rainha do BTT nacional. Os primeiros Km adivinhava-se complicados devido ao perfil do terreno (descida da famosa calçada de Idanha) e número de participantes, a chuva também fez a sua aparição.
Ao Km 8 dá-se a separação do grande pelotão, 50Km para a esquerda, bravos da maratona para a direita, logo ai vimos o primeiro acidentado, (prontamente socorrido pelos Bombeiros) lembrando-nos que devemos ter sempre muito cuidado. Nestes primeiros Km o Zé Carlos teve a infelicidade de perder o GPS, ainda equacionamos voltar para trás mas era difícil e pouco aconselhado. Os trilhos na fase inicial eram rolantes e sem grandes dificuldades o que dava para apreciar as belas paisagens.
Depois do abastecimento de Segura deparamos com uma vista fantástica sobre o rio Erges, se a paisagens era divina o que dizer do single track junto ao rio? Sem dúvida o melhor que já fiz, excelente…Segue-se a subida para Salvaterra do Extremo e respectiva descida (o Zé e o Gil fizeram questão de dar show pela calçada Romana abaixo) para o rio onde nos esperava novo single track até à ponte que nos levaria a Espanha. Em Zarza La Maior novo azar para o Zé Carlos, deixou por esquecimento na escadaria do cruzeiro o seu precioso bidão.
Estávamos a meio do percurso e eu desejava ter comido o bife do Gil na noite anterior, ele estava cheio de força e eu mal me aguentava mas “canetas”. Valeu-me o incentivo dos Muralhas presentes, o Zé na parte técnica “…vai Belmiro mete um andamento mais pesado…” o Gil na parte psicológica “…só falta fazer o nosso Quintal e subir a Penha mais duas vezes…”. Por volta do Km 70 as dúzias de bananas que comi lá fizeram efeito e a força voltou, o Zé Carlos tinha sintomas de câimbras que não se vieram a confirmar.
No final e já com 100Km de empeno a descida à Barragem e respectiva subida para Idanha pela calçada não teve muita piada, mas lá se fez. Acabamos com 108Km esta aventura na “Catedral do BTT”.
A organização esteve excelente:
# Marcações sem reparos
# Abastecimentos em quantidade e qualidade
# Trilhos para todos os gostos
# GNR em todos os cruzamentos
# Banho maravilhoso
# Almoço / jantar bom
# Indicações razoáveis
E como não existe nada perfeito um reparo a ida para Zarza , de certeza que deve haver trilhos alternativos para não ir e voltar pelo mesmo caminho e ainda por cima era em alcatrão.

Gil:
Fazendo a analogia: Podia viver sem ter participado na maratona de Idanha-a-Nova? Podia mas não seria a mesma coisa…LOL
Já foi quase tudo dito e sem querendo tornar-me repetitivo quero deixar aqui algumas reflexões sobre esta aventura.
Tudo começou em Janeiro deste ano quando o PJ Marinho e o Zé Carlos me informaram que eu estava inscrito para os 100km da maratona de Idanha-a-Nova, confesso que na altura fiquei receoso, hoje estou entusiasmado com a ideia de lá voltar.
Como já foi referido, pernoitamos num hotel em Castelo Branco, eu, infelizmente, pouco ou nada dormi muito por culpa dos hospedes do quarto 318 do hotel ao lado visto que no nosso hotel o último quarto era o 317. Curiosamente a falta de dormida teve um efeito bastante positivo no meu desempenho – resisti aos 108km – o mesmo não posso dizer da minha menina que nos últimos 6km só me deu problemas.
A maratona começou com a tradicional descida da calçada romana a um ritmo bastante lento devido à concentração de atletas, após a descida o primeiro contratempo – a chuva – visto que não levei impermeável fiquei logo fresquinho LOL.
Depois de muitos km`s rolados por estradões começaram os single-tracks junto ao rio, só visto, paisagens magnificas que certamente ficarão na memória – foi pena a câmara de filmar não ter funcionado.
Passamos por Salvaterra do Extremo, onde descemos pela escorregadia calçada romana – impecável – seguindo mais alguns km`s de single-tracks junto ao rio até à ponte que liga a Zarza. Depois seguiram-se uns km`s menos bons, era escusado a ida e volta a Zarza ser pelo alcatrão.
Depois disso foi rolar a um bom ritmo (a ida a Zarza parece que deu força á Muralhada) por subidas e descidas até à barragem onde esperava por nós o derradeiro desafio – a subida até Idanha.
Terminados os 108 km era hora do merecido “jantar”, merecido isto é pelos visto eu não merecia. Depois 8 horas de maratona ainda tive de me chatear com a senhora que estava a distribuir a comida!!
Bora lá 2011

Zé Carlos:
Sobre preparativos, viagem e véspera já está quase tudo dito, faltou ao Belmiro falar na Rotunda de Espanha em Castelo Branco.
Expectativas altíssimas para esta prova, pelo que tinha lido, pelo que me tinham contado e pelo que tinha visto em fotos e vídeo. Começou a horas (coisa rara) e logo um rebuçado, descer a calçada de Idanha. Pena tanto trânsito a dificultar porque aquela descida com menos gente deve ser adrenalina no máximo. Depois o normal naquelas paisagens… estradões, herdades, e mais estradões. 23 kms cumpridos sem dificuldade apenas o senão de ter perdido o GPS (depois de tantas ameaças desta foi de vez) até ao primeiro abastecimento. Novamente rolante mais uns kms até ao segundo abastecimento onde logo adiante depois de uma curva em alcatrão nos deparamos com algo único e que nem palavras nem imagens podem descrever, só mesmo vendo. Depois o enorme rebuçado, cerca de 10kms de singletrack ao longo do rio Erges. Fantástico.
Depois chegou Salvaterra do Extremo onde existe uma calçada romana de babar, pena estar a chover e ficar muito escorregadia. Fiz 90%, os outros 10% tive de desmontar no “trânsito”. Mais singletrack até à ponte que divide Portugal e Espanha. Ida e volta a Zarza onde o Belmiro acusou o desgaste acumulado, a rotunda de Espanha e o gajo do quarto 318. Via-se que estava a ser penoso mas como era para bravos não desistiu e lá foi pedalando no ritmo dele. Eu e o Gil fomos esperando por ele nos kms seguintes. Cerca dos 70 kms uma ameaça de câimbra deixou-me preocupado e limitado nas subidas. Atingi o limite do que considero prazer de pedalar aos 80kms. Daí para diante foi ligar o piloto automático e chegar ao fim. No que ao BTT puro diz respeito esta era a melhor parte… grandes estradões para pedalar acima dos 40kms/h grandes descidas e as grandes dificuldades (subidas) nos últimos 10kms. Especialmente porque o velocímetro acusava 102kms mas afinal ainda faltavam 6kms… e que 6… descer a barragem, subir do outro lado por um trilho e finalmente a subida da calçada de Idanha. Terminamos com o Gil a sprintar para não deixar um “cromo” cheio de treta ficar à frente dos Muralhas. Esperei pelo Belmiro para cruzarmos a meta. As primeiras palavras foram… nunca mais cá venho!!! hoje digo: Bora lá 2011!!!!
Se tudo correr bem para o ano lá estarei… todo o betetista deveria fazer esta prova pelo menos uma vez. Fantásticos trilhos, dureza qb, beleza natural fantástica, simpatia de todos. Para ser perfeita para mim deveria ter apenas 80kms, mas como não há nada perfeito…

Nosso quintal

 

Pelas 08.00H lá compareceram 7 Muralhas á chamada: Herculano, Paulo Vieira, Hugo, Gilberto, Filipe Marinho, Filipe Leite e Paulo Marinho, este ultimo apenas para matar o bichinho, não só o do estômago mas também o do vicio.

Após a cavaqueira habitual iniciamos a pedalada até ao circuito da pista, a manhã ameaçava grandes chuvadas pois a noite tinha sido rigorasa, contudo revelou-se uma manhã optima apenas com alguns chuviscos.

Já fizemos inumeros trilhos, inumeras provas, mas o nosso quintal continua a dar cartas, pois revelou-se uma volta fantástica com um piso muito bom apesar de lamacento em algumas zonas, continua a ser um trilho fantástico pois tem de tudo um pouco; optimas descidas, subidas para todos os gostos e saltos fantásticos.

Não fosse o facto de se tornar cansativo andar sempre pelos mesmos trilhos não mudava nunca de local, pois cumprimos o programa cerca de 35 a 40 km e chegamos ao final por volta do meio dia, o que também agrada ás mulheres. Sendo assim menos uma dôr de cabeça.

À descoberta!!

8:03: -“Pede uma torrada para mim”
8:06: -“Ainda nem sai de casa.Lol”
8:09: -“Meco”
Eram 8:15, sensivelmente, chegaram ao Galileu os intervenientes desta volta – Gil e Zé Carlos. O resto da muralhada este Domingo fez gazeta…LOL. O Gilberto ainda apareceu por lá mas foi só para apoio moral.
Enquanto tomávamos o pequeno almoço o Zé fez questão de contar-me do repasto do dia anterior, pelo que parece houve comida à fartazana!!
Barriga composta iniciamos ao passeio, rumamos em direcção a Paço Vieira, pelo caminho o Zé ia continuando a falar dos morfes do dia anterior enquanto eu tentava evitar que a baba me sujasse o carbono :) .
Chegados a Paço Vieira iniciamos os trilhos mas desta vez o objectivo foi descobrir um novo caminho, entre novas subidas e descidas encontramos um novo percurso com uma descida rápida que vale a pena repetir – impecável.
Descemos pelo monte até ao apeadeiro de Fareja, ai, seguimos pela ciclovia em direcção ao café de Cepães para o habitual café. Após breve paragem retomamos o passeio pela ciclovia até ao cruzamento do karting, ai, o Zé deu a ideia de subir pela estrada para fazer uma descida que eu ainda não conhecia – descida porreira o problema foi ter de subir :) .
Após a descida retomamos a ciclovia, antes da chegada ao estradão que liga a Santa Cristina de Arões seguimos por um novo trilho que nos levou até à zona antes da descida para o apeadeiro de Fareja – tivemos de descer outra vez aqueles km`s todos até ao apeadeiro, que chatice! LOL.
Chegados ao apeadeiro rolamos até Paço Vieira. Tendo em conta o avançar da hora decidimos não subir à Penha, fica para a próxima!
Mesmo sem a parte da Penha terminamos a volta com 38 Km`s!!

Até Sábado, em Idanha…
Altimetria:

Foi esta a ementa do nosso (meu, do Belmiro e do Hugo) almoço por terras do Xurês. Depois de um belo banho de imersão naquela água quentinha nada melhor do que uma ementa assim variada para “confortar” o estômago.
Perante a ementa o Belmiro disse que gostava de tudo por isso resolvemos escolher uma dose de cada. Como sabem os que já por lá degustaram a bela comida a qualidade e a quantidade são abundantes e como tal cada dose deu para dividir pelos 3 e ainda sobrar.
A feijoada não fica a dever nada à nossa, muito boa. O javali não era da forma que o Belmiro estava à espera mas estava óptimo, então as batatas… houve alguém que “rapou” literalmente a travessa. O costoletão já é sobejamente conhecido mas não deixa sempre de impressionar pelo tamanho. Mas não sobrou muito… :)
Desta vez a cerveja apesar de ser Estrella Galicia como era de pressão “enganava” bem, o cafézinho era tuga e bom. As viagens foram como habitualmente de amena cavaqueira. Um sábado muito bem passado com a saída de Guimarães por volta das 7.15 e a chegada cerca das 16.00.
Hein??? falta o quê??? BTT??? Ahhh, aquilo de andar de bicicleta, a subir e a descer montes e estradas????
Como diz a outra, isso agora não interessa nada…
Ficam apenas uns dados para a estatística:
39.80 Kms
875 mt acumulado ascendente
Média de 16.60 kms/h – Média no final dos 16kms de subida: 11.45 kms/h
Tempo total: 2H55
Tempo a pedalar: 2H43