Arquivo de Março, 2010

Hora e Local de concentração: 8:00 Café Galileu/ 8:30 Parque das Taipas;
Distância: 54 Km (para quem foi de Bike até às Taipas);
Muralhas participantes: Belmiro, Carlos Pereira, Filipe Marinho, Gil, Herculano, Manuel, Paulo Vieira e Moi Meme(PJ Marinho);

Eram 7:50 da matina quando se reuniram os primeiros Muralhas(dos que vi)… lol… para de seguida seguir em direcção às Trigueirinha para um pequeno almoço rápido para de seguida zarpar em direcção ao parque das taipas, de BIKE… Saídos da trigueirinha pelas 8:05, iniciamos a marcha rápida em direcção às taipas, coisa que pensei custar mais, vou começar a fazer sempre isto.

Chegados às Taipas pelas 8:15 eu e o Gil resolvemos dar um sem numero de voltas para o aquecimento e tentar evitar o enjoo da subida ao Sameiro…lol. Já depois de um bom aquecimento, eis que começam a chegar os muralhas, para dar o sinal de partida e pedalar em direcção ao Sameiro.

Assim, iniciamos a subida em plena cavaqueira, pois o pequeno almoço não o permitiu pela dispressão do ponto de encontro.

Desta vez tinhamos pelo menos um “Caloiro” nesta volta e com tanto receio que não parava de perguntar, “ainda sobe muito, é sempre assim…” lol, tambem, só de ouvir falar o Gil em enjoos, até eu ficava tolhido :) .

Subida após Subida, eis que existe uma alma caridosa que diz: ” Agora é sempre a Descer……………………………………………….Até a próxima subida…. lol”…

Iniciada a verdadeira descida, eis a desilusão, estava a parte tecnica demasiadamente tecnica, impedindo alguns Muralhas de descer… outros Galgam tudo:) … na segunda fase da descida, mais uma vez muito rápida, com grandes saltos pelo meio e curvas feitas quase na horizontal… cada vez gosto mais deste trilho…

Chegados ao Rio, houve um aventureiro, que passou duas vezes o rio, e depois F****-se Partiu a corrente… se ficavas do lado de lá…. tiveste sorte, apareceu uma alma caridosa que nos emprestou o descravador… hehehe

A terceira parte da descida, está bastante melhor, mesmo na parte tecnica ja esteve pior, agora até se faz…

De volta às taipas, dei para fazer um excelente Sprinte em que Eu e o belmiro demos tudo o que tinhamos… foi duro.. foi dificil acompanhar… tambem demos tudo porque sabiamos que existia um reabastecimento :)

Pois é, o nosso Muralha Herculano e a sua Família, prepararam-nos um excelente Repasto… aproveito para agradecer, e anunciar que estava tudo muito bom… Em meu nome e do resto da equipa – “MUITO OBRIGADO!!!”… é pena ainda não ter fotos, mas o fotografo esqueceu-se de enviar, mas estou certo que chegarão… Já me esquecia, será que o Gil sempre foi ao Leitão? lol…

Depois, das valentes Minis e dos Petiscos, la rolamos com alguma dificuldade até ao Parque das Taipas, daí segui de Bike até casa, fazendo assim os 54 Km.

Boas Pedaladas e até Sexta!!!

Fotos

Confrades,

Galeria de fotos que foram ficando por mostrar aqui devido a atrasos quer das crónicas quer do envio das “ditas cujas”.

Senhora dos montes com Upgrades

Numa bela manhã primaveril compareceram oito Muralhas para mais um desafio, explorar novos caminhos em Guimarães: Paulo Marinho, Filipe Marinho, Paulo Vieira, Carlos, Gil, Belmiro, Gilberto e eu (Herculano). Logo no local de concentração, Pavico de Urgeses se fez notar a ausência do Zé Carlos, segundo o Gil tinha um indice de sangue no alcool mais elevado que o normal, ou seria alcool no sangue, bem não interessa, era algo que o impedia de estar nas melhores condições e comparecer. Outro ausente foi o Carlos que teve medo que lhe cobrassem a multa pela crónica atrasada. Oito e trinta partimos em direcção à senhora dos montes, logo frente ao Instituto de Sezim começaram as subidas que nos mostraram belas paisagens, pelo meio de uma vinha foi possivel avistar milhafres, uma ave que não avistava há muitos anos, a meio da subida à Senhora dos Montes fizemos uma breve paragem no miradouro, que curiosamente não se mirava nada……… devido ao intenso nevoeiro.
Chegados ao cimo da Senhora dos montes nova paragem e debate de itinerários, uma vez que o GPS estava alcoolizado tivemos de improvisar, ao descer a senhora dos montes seguimos as bandeiras de uma prova que tinha havido há alguns dias e encontramos um belo trilho com descidas fabulosas com belos penedos para saltar, um pequeno senão, existiam muitos cursos de água nada que umas meias impermiaveis não resolvam. Seguimos as bandeiras até ao final e fomos ter a S.Cristovão de Selho, ainda procuramos mais bandeiras, mas nem sinal delas, seguimos em direcção ao Filinto Mota para explorar o monte que existia por trás, questionados un ciclista sobre o melhor trajecto para atingir o ponto mais alto do monte e este disse que estava bom era para descer não para subir, o Paulo Vieira ofendido pois estavam a  substimar-nos propôs subir até á antena de rádio, logo trilhamos caminho monte acima e verificamos que a subida era intensa e apenas os Paulos subiram sem desmontar. Já no cimo nova paragem desta vez para a foto de família e discussão de novo itinerário, encontrámos novas descidas com single-tracks fantásticos e com o terreno em muito boas condições. Fomos saír a Fermentões, onde decidimos seguir até aos trilhos do ave pois ainda era cedo. Á chegada a Penselo antes de entrar no monte nova paragem para reagrupar e dar duas de cavaqueira, conversa de ginásios, uma miúda desmaiou devida a uma quebra de tensão, prontamente o Gilberto interrompe o interloculor Belmiro e diz:
- Fosga-se e tu não ajudas-te a gaja, olha que eu até empurrei o Gil e ele não é nada geitoso.
- Gil – Fosga-se eu até perdi dois quilos.
Recompostos e com uma enorme barrigada de gargalhas lá subimos a entrada no monte de Penselo, decidimos explorar novos caminhos e viramos á esquerda do Paulo Marinho…….. e fomos descobrir mais umas descidas fabulosas, que desta feita também se revelaram umas subidas dificeis pois devido ao avançar da hora não nos foi possivel explorar o resto do trilho…. fica para outra altura.

Trilho de Fafe

Um mês após o percurso do abraço ao Bruno, os Muralhas pedalam-no novamente desta vez sem lama.
Apanhei boleia do Zé e, como prezados portugueses, íamos atrasados. Liguei ao Gil para não pararmos no Galileu, obtive o seguinte som :
- toooo!, Toooo!, To, To, To!
Afinal o Gil tinha decidido que não ia, acordou à mesma… As minhas desculpas, fico a dever-lhe umas mines.
Pequeno-almoço em Fafe onde já se montavam tendas para acolher uma prova de ciclismo. A partir daí só me lembro de ter dores musculares, fruto de dois meses de enferrujanço.
Já avistávamos as torres eólicas quando surge, no meio do estradão, uns cães que param de acasalar. O pastor alemão ficou mesmo chateado, dei ao pedal antes que houvesse sarilhos. Pior do que o cão foram as subidas até as hélices. Chegados á crista da serra seguiram-se trilhos muito bons, técnicos, rápidos, em estradão e em singletrack. Entretanto um Muralha estava com dores no joelho, e fez a ultima parte por estrada. Nós os restantes seguimos o trilho e no final, vejam só, tivemos direito a banda musical! Pensei mesmo que éramos os maiores. Mais à frente constato que todo aquele aparato era para receber a tal prova de ciclismo…

Domingo, 07 de Março de 2010, chuva bastante acentuada, avizinhava-se uma dura etapa para os Muralhas.
O ponto de encontro tal como habitualmente quando se trata dos Trilhos do Berço era a Trigueirinha. O encontro começou por se resumir a mim e ao Herculano, pois tínhamos recebido o msg do Zé a informar da sua constipação que o impedia de dar o seu contributo e os restantes não se avistavam.
Bem, após a cavaqueira habitual e a reunião deste número reduzido de muralhas, Eu(Paulo) e o Herculano decidimos arriscar na aventura, mas afinal estavamos mesmo de saída, eis que surgem mais dois muralhas (o Belmiro e o Gilberto), lá arrancamos em direcção ao MONTE.
O terreno estava impraticável, chuva mais do que muita e para ajudar começarmos debatemo-nos logo com o primeiro obstáculo, o portal que habitualmente passamos para cortar caminho em direcção à estrada que nos leva ao primeiro trilho está agora fechado a cadeado, o que nos obrigou a optar pela estrada em alcatrão como alternativa.
Chegados aos trilhos confrontamo-nos com um cenário que nada ajudava muita lama, pouca aderência, mas nós como bons amantes de btt ultrapassamos todas essas adversidades e tentarmos tirar o maior gozo dos trilhos.
Quando chegamos à descida mais apreciada do percurso tentamos dada a chuva evitar o já famigerado charco de água, mas após várias tentativas de encontrar alternativa inevitavelmente lá tivemos de por lá passar. Serviu de teste às meias impermeáveis do Herculano que afinal após entrar água para o interior o difícil é sair.
Em suma, foi um trilho bastante encharcado e com lama Q.B., mas que vale sempre a pena fazer…