Hora de concentração: 8:00 da matina;
Local: Café Galileu;
Distância: 38 Km;
Muralhas participantes: Belmiro, Carlos Pereira, Herculano, Hugo, Gil, Manuel, PJ Marinho, Paulo Vieira, Zé Carlos;
Mais um Domingo, mais uma concentração da Muralhada para mais um passeio, desta vez a volta escolhida foi o nosso quintal para assim recuperarmos do desgaste físico do “abraço” da semana anterior, quintal isto é, com todos upgrades que o nosso quintal tem sido alvo mais parece uma herdade. LOL
Por volta das 8h começaram a juntar-se, para o pequeno-almoço, no café Galileu. No decorrer do dejejum foi posta a conversa em dia enquanto o Belmiro distribuía as T-shirts do passeio do “abraço ao Bruno”, uma vez, que ele na altura ofereceu-se para as guardar na carrinha. De salientar que a minha T-shirt foi a única que ele não guardou, vai-se lá saber porquê! ![]()
Já que o assunto é abordado, primeiro foi o lanche que ele ofereceu e eu não estava, depois foi o café que ofereceu e eu não estava e por último ofereceu-se para guardar as t-shirts quando eu não estava – quero acreditar que foram apenas coincidências…LOL
Feito o desabafo e continuando a crónica: com o estômago composto e conversa em dia demos inicio à volta, seguindo a direcção da pista de cicloturismo, em plena cavaqueira.
Chegados a Paço Vieira entramos nos trilhos já conhecidos de todos, o mau tempo que se tem feito sentir prejudicou o percurso quer pelas árvores caídas no caminho, quer pelos regos que não sendo de confiança obrigam a cuidados redobrados.
Chegados ao apeadeiro seguimos em direcção ao café de Cepães para o habitual café, pelo caminho ainda houve tempo para uma “fuga” que, apesar de difícil, conseguimos tapar. ![]()
Enquanto tomávamos café e eu degustava a habitual nata demos por falta de alguns Muralhas, só passados alguns minutos é que chegaram culpa de um furo. Fica aqui a trascrição de uma das muitas conversas da Muralhada durante a estada no café:
- “Tens o capacete muito apertado!
- Não é o capacete que é apertado, a cabeça é que incha!”
Café tomado lá fomos mudar a câmara-de-ar da bicla do Hugo, não convêm esquecer que com o meu apoio moral a tarefa ficou bastante facilitada. ![]()
Prontos a arrancar ainda houve tempo para observar a “montra dos bolos” onde estava exposta uma bonita “bola de Berlim”, bonita para alguns pois há Muralhas que confessaram gostar delas com mais creme…Ou será como disse um Muralha – “ o recheio está lá, sem óculos é que não dá para ver com nitidez…”LOL
Retomamos a volta em direcção a Paçô Vieira, via pista, tendo em Santa Cristina de Arões, como vem sendo hábito, seguido o estradão em terra batida para fazermos os trilhos iniciais mas em sentido contrário. O mau tempo dos dias anteriores provocou a queda de algumas árvores que estavam atravessadas no caminho e mais ainda o “forte vento” que se fazia sentir provocou a queda de algumas pinhas que se não fosse o capacete tinha rachado a cabeça de algum Muralha, não foi Zé? LOL
Nesta parte do percurso 7 Muralhas foram por um novo trilho enquanto 2 Muralhas foram pela habitual descida, este novo trilho, na minha opinião, é de repetir. Os 2 Muralhas que seguiram pelo trilho habitual ainda tiveram tempo para fazer a boa acção do dia – ajudar alguns motards que tinham perdido a água do radiador de uma mota. Se não fosse a ajuda dos Muralhas a encontrar a água, provavelmente, os motards ainda lá estavam à procura…LOL
Chegados a Paçô Vieira seguimos em direcção à Penha pela famosa “parede” em paralelo.
Chegados à Penha, a chuva já caía com intensidade, breve paragem para reagrupar e para encher o pneu da Spark do PJ e demos inicio ao festim. O percurso estava bastante deteriorado, durante a primeira parte da descida mesmo assim ainda houve espaço para um picanço entre mim e o Zé na luta pela dianteira – houve uma altura que a minha Genius mais parecia uma alfaia agrícola, LOL.
Breve paragem para reagrupar a seguir à cabine da água e continuamos em direcção às àguas da Penha. Nesta última parte do percurso o PJ não conseguiu controlar a sua Spark e foi ao tapete seguido por um pneu furado, ou primeiro teve um furo e depois é que foi ao tapete – não existe consenso na ordem dos acontecimentos, LOL.
Paragem para mudar a câmara-de-ar da Spark – nesta mudança tive que intervir com mais que apoio moral – o pessoal do “centro” tem que se manter unido. ![]()
Retomamos a etapa por um novo trilho, novo salvo seja, o Paulo e o Carlitos parece que já o conheciam mas por razões que ninguém entendeu nunca o partilharam com o resto da Muralhada. No entanto, o Carlitos vendo a cara de descontentamento da Muralhada por só agora ter conhecimento do trilho e com medo de represálias lá foi dizendo que não conhecia o trilho e que nunca tinha passado por lá – amnésia temporária – mesmo a calhar. LOL.
Este novo trilho é muito bom – a repetir – o único senão foram uns jipes que encontramos na descida, por pouco não ficávamos com os dentes enfaixados na grelha frontal dos 4×4.
Chegados à estrada que liga Urgeses a Pinheiro seguimos em direcção à Fonte Santa, aí o trânsito estava condicionado uma vez que têm estado a colocar o (talvez) saneamento. Nessa altura um condutor não parava de buzinar para a Muralhada sair do meio da estrada mas quando foi preciso pegar nas biclas para transpor os obstáculos o dito condutor perdeu o pio uma vez que não conseguiu pegar no seu veículo. ![]()
Transpostos os obstáculos, lá continuamos em direcção ao teleférico, as últimas descidas antes de lá chegar foram ultrapassadas com atenção redobrada devido à lama e aos regos que não inspiravam confiança.
Continuamos pelo Parque da Cidade em direcção ao ponto de partida – café Galileu – aí, após as despedidas, rumamos em direcção a nossas casas para a merecida banhoca e o apetecível almoço.
Até Domingo


