Quatro muralhas – Belmiro, Gilberto, PJ Marinho e Zé Carlos – resolveram aproveitar a manhã de sábado para “testar” os trilhos do monte Pilar que tão boas referências tinha.
Abordagem feita ás primeiras rampas do monte Córdova a mostrarem alguma dureza esperada mas não tanto porque seguimos – inadvertidamente – as rampas mais complicadas tornando os primeiros 6 kms – ainda por cima sem sequer aquecer as pernas – um osso duro de roer como mostra o gráfico da altimetria. Reparem na parte final a verdadeira parede vertical que é a descida que no início foi a subida.
Depois de entrar no nosso terreno como diria um muralha foi impecável tirando uma pedra manhosa que fez uma rasteira ao novissimo brinquedo do PJ Marinho: uma Spark 20.
A meio o famoso monte Pilar onde a melhor descrição das descidas técnicas dos penedos é a afirmação de outro muralha: Isto vale cada cêntimo que paguei pela Genius. Depois uma combinação de descidas rápidas até ao cruzamento que nos levaria de volta aos carros. Desse cruzamento até aos carros foram 6 kms de velocidade pura como se adivinha pelo gráfico com os conta-kms a acusarem algumas vezes valores muito próximos dos 60 e isto sempre com os travões a funcionar porque o piso além de molhado não inspira lá muita confiança com algumas zonas de paralelo.
Em resumo: A repetir no próximo feriado de 1 de Dezembro.

Arquivo de Novembro, 2009
Sábado no Monte Pilar
Autor: ZecarlosNov 29
O nosso quintal sem “dunas” e com upgrades
Autor: GilNov 24
Hora de concentração: 8:00 da matina;
Local: Café Galileu;
Distância: 41 Km;
Muralhas participantes: Belmiro, Herculano, Hugo, Gil, Gilberto, Paulo Marinho, Paulo Vieira, Zé Carlos;
Há hora habitual, no local habitual reuniram-se as tropas para o pequeno-almoço. Enquanto abastecíamos a marmita aproveitamos para experimentar alguns jerseys para termos noção do tamanho que devemos escolher para os nossos.
Depois do pequeno-almoço e com a conversa em dia demos inicio à volta rumando em direcção a Paçô Vieira mas desta vez sem “dunas” pelo meio…lol
A partir daí entramos nos trilhos – nossos conhecidos – até ao apeadeiro de Fareja. Depois de Fareja zarpamos em direcção a Cepães para tomar o habitual café quando quase a chegar à “meta” :) um ciclista que vinha em sentido contrário expressou o seu desespero de uma forma curiosa – UÔHHHH, UÔHHHHH – o que ele não sabia é que quando andamos de bicicleta somos todos irmãos…LOL
Terminado o café retomamos em direcção à ciclovia para fazer uma parte do percurso que não fazíamos a algum tempo – Jugueiros. Estávamos prestes a subir a primeira “parede” quando se deu a primeira desistência – o Hugo – que se ressentiu de uma lesão que teve durante a semana a jogar à bola. Assim e após vencida a subida deu-se inicio à descida até Jugueiros, o percurso estava impecável – a repetir.
Finalizada a descida volvemos à ciclovia até Santa Cristina de Arões. Ai, seguimos na estrada em terra batida para fazer os trilhos já feitos anteriormente mas em sentido contrário.
Chegados a Paçô Vieira sucedeu a segunda e última desistência – o Herculano – que por motivos pessoais tinha de estar cedo em casa.
Subimos em direcção à Penha pelo percurso da semana passada, embora que, ontem o piso estava mais enlameado e escorregadio devido à chuva que não deu tréguas durante toda a semana.
Por fim lá chegamos à Penha para o tão apetecível “ rebuçado” – a descida até às águas da Penha, que continua espectacular.
Chegados às águas, breve paragem para reagrupar e retomamos, pela Costa, ao Galileu para o final da volta. Durante a descida ainda houve tempo para um contra-relógio no qual eu fui um justo perdedor visto que não fui além dos 56km de velocidade máxima contra os 61km do Zé Carlos e do Paulo – a estrada continua a não ser o meu forte, já as descidas pelo monte…LOL.
Até Domingo
Alguns trilhos
Autor: ZecarlosNov 20
Confrades,
Vou colocar aqui alguns trilhos que encontrei pela net com localização distância e gráfico de altimetria. Para começar algo muito soft:
Vila do Conde – Volta ao concelho de Vila do Conde: 49 Kms com a altimetria que podem ver na imagem.

Pilar – Segundo alguns colegas do pedal um dos melhores montes para se pedalar na nossa zona – encurtei a volta para cerca de 30 kms com início depois de Vila das Aves. Provavelmente amanhã o Jorge e eu vamos experimentá-lo. Quem nos quiser acompanhar é só dizer.

Serra Amarela – Serra na margem oposta da barragem de Vilarinho das Furnas em relação à nossa volta no Gerês. Tem segundo os conhecedores um dos melhores singletracks portugueses (single da(o) Eremida) como podem ver neste video a partir do minuto 8:20, só não se assustem com os 25kms a subir no video porque usaremos outro track. Empreitada longa devido aos mais de 55kms.

Para finalizar algo de sublime: Montalegre – Lobios – conhecem o nome? sim… aquela aldeia espanhola da volta do Gerês. São 50 kms como podem ver no gráfico de altimetria mas com 40 deles a… DESCER!!!!!
Esta volta vai obrigar a alguma logistica complicada mas que se consegue. O Gil babou o computador quando lhe mandei o gráfico da altimetria.

O nosso quintal com “Dunas”
Autor: pauloNov 19
Guimarães 15 de Novembro 8h café Galileu, o dia adivinhava uma muito fraca frequência para o percurso da semana, pois a chuva cai ininterruptamente e o frio de Novembro já se fazia sentir. Mas um Muralhas não se deixa atemorizar por umas chuvas e para surpresa de todos a adesão foi significativa; Zé Carlos, Herculano, Belmiro, Carlos, Gilberto, Gil (desta vez não adormeceu). Após o nosso tradicional pequena almoço no famigerado “Galileu”, estávamos nós a preparar a nossa saída, quando surge um grupo sobejamente conhecido de BTT das redondezas que nos desafiou a ir com eles. Nós que não recusamos um desafio não nos fizemos rogados e lá os seguimos na expectativa de qual seria o trilho a tomar. Íamos nós na direcção da ciclovia de Fafe, quando entramos num percurso por eles intitulado de “Dunas”, o nome prometia. Mas qual é o nosso espanto que estávamos perante um circuito de subidas íngremes (de cair de costas) em alcatrão sem grandes descidas e com a ausência total da terra tão tipica do BTT e das descidas vertiginosas que nos estamos permanente a explorar, ou seja, sem adrenalina. Como bom participantes não deixamos de fazer o tal trilho das “Dunas”, mas desde logo percebemos que não estamos na mesma sintonia no que dizia respeito ao trilhos pretendidos, o que levou que ao chegarmos a Paço da Vieira tomássemos um nosso trilho habitual com subidas mas também descidas e terra, neste caso lama em direcção a Fafe (Cepães). Lá fizemos o trilho sem grandes dificuldades, pois estávamos em casa, acabando o trilho com o café para retemperar no habitual café da estação. Após a brevíssima pausa tomamos a direcção da Penha e aqui resolvemos inovar, pois eu o Carlos tínhamos conhecido um novo trilho. Chegada ao topo da Penha lá veio o “rebuçado”, pois podemos percorrer muitos trilhos longínquos, continuo a achar que aquela descida é única. Pensamos nós que desta vez não haveria quedas, quando na ultima descida (reforço a mais sinuosa), o Herculano teve uma queda mais aparatosa que deixou alguma mazelas pelos menos momentâneas, pois após um pequena paragem lá prosseguimos até ao término da volta…
A VOLTA DOS DUROS
Autor: herculanoNov 10
À hora habitual, no sítio do costume, compareceram os mesmos de sempre, para iniciar mais um circuito de bike. Iniciado o pequeno almoço, eis que aparece um novo elemento arrastado pelo Belmiro, aproveito para dar as boas vindas ao Hugo, que se mostrou merecedor da camisola dos muralhas.
Já o reforço matinal ia a meio quando constatamos a ausência do Gil, prontamente lhe foi enviada uma MMS com imagens do presunto, salpicão acompanhados da inevitável mine, para lhe abrir o apetite, como se isso fosse necessário, pois este muralha está sempre pronto para os morfes. Este logo salta da cama e nos pede para reservar uma dose, mas o relógio não para e era hora da partida; deixamos o Galileu pelas 08.45H e apanhamos o Gil ( de barriga vazia ) na rotunda do lidl.
Em diracção à Penha partimos (Herculano, Paulo, Zé Carlos, Filipe Marinho, Paulo Marinho, Gil, Belmiro, Gilberto e Hugo) com todos os elementos a mostrarem boa forma fisica. Após a habitual descida da montanha tomamos direcção a S.Bento das Pêras, onde há um single track manhoso, com muitas arvores no meio do caminho. Mas apesar de haverem elementos que ainda não conheciam este trilho tudo correu sem incidentes, pois para um muralha a segurança está em primeiro lugar. Terminadas as descidas eis que temos de subir de Vizela em direcção ao S.Bento das Pêras, o Filipe Marinho apesar de se encontrar adoentado não se mostrou rogado e meteu pés ao caminho e seguiu com todos os muralhas a dar apoio.
Iniciada a subida fizemos a 1ª paragem para uma mines, para dar alento e força para a subida, e que falta elas fizeram pois a subida não se revela nada fácil, ainda mais com a chuva míuda e o denso nevoeiro que se abateram sobre nós.
Chegados à Penha eis que alguém teve a bela ideia de ir aos bolinhos de bacalhau e mais uma mines para enfrentar a descida. Após a longa espera, pois o oleo ainda não estava quente, lá aparecem e rapidamente desaparecem os bolinhos, pois todos se encontravam famintos, mais uns bolinhos e umas quantas mines voltamos á bela descida, que apenas na ponta final se mostrou problemática, a registar um furo e um hematoma na canela.

1 de Novembro – A volta que ficou a meio
Autor: ZecarlosNov 3
Esta crónica vai começar com a transcrição de uma “escuta” a sms´s trocados entre 2 muralhas:
“Presunto, salpicão, muita cerveja… e tu em casa”
“Ves que bonito… Para isso mais valia não teres informado nada…”
Mas como dizem os americanos first things first… eram 8 da madrugada de um domingo húmido quando os muralhas se começaram a juntar no local do pequeno-almoço: Trigueirinha. Desta vez sem o “engarrafamento” habitual das 6 da manhã.
Compareceram 9 bravos sem medo à chuva nem ás mazelas que alguns ainda ostentavam de outros passeios:
Os Filipes Marinho e Leite, o Marinho mais novo PJ, Gil, Herculano, Carlos Freitas, Belmiro, Gilberto e Zé Carlos. O plano era fazer o percurso dos trilhos do berço na integra, mas como mais adiante vão perceber tal foi impossível.
Depois de aconchegado o estômago partimos em direcção a Penselo onde fica a primeira dificuldade do dia, depois em direcção a Gonça, depois Sta. Marinha onde fica a segunda (grande) dificuldade. Começaram aí os problemas técnicos derivados da muita lama e água do percurso, eram correntes a ranger, mudanças que não entravam e o pior de todos: travões que não faziam juz ao nome.
Feita a descida de Sta Marinha já com algum cuidado por quem já quase não tinha travões descubro um tanque junto à estrada. Era mesmo o que precisava para limpar a transmissão e vai de enfiar a bike dentro do tanque. Alguns muralhas seguiram o exemplo, mas houve um que foi ainda mais longe. Acho que empurrado por alguma bruxa a caminho de casa depois do halloween o Carlos foi parar dentro do tanque. Mas o pior mesmo foi a bike ter desaparecido o que obrigou o Carlos a andar “à pesca”. Passado este momento hilariante retomámos o trilho para a descida do dia. A meio dessa descida mais problemas, o Carlos embateu num rego e partiu o desviador. Carlos, regos são bons mas só os de confiança… os desconhecidos é preciso cuidado… ![]()
Nessa descida mais um contratempo desta vez com o Gilberto que também ficou praticamente sem travões. Perante tantos contratempos resolvemos encurtar a volta e não fazer a escalada e respectiva descida da Penha. O Carlos foi sendo empurrado estrada fora até resolver seguir pela estrada enquanto o resto dos muralhas desciam à ciclovia. Veio então o inesperado e óptimo final. Fomos lavar as bikes a casa do Gilberto e o Belmiro resolveu presentear-nos com umas bejecas e uns petiscos. Todos adoraram, quer dizer todos, todos não que o Gil resolveu ir para casa uns minutos antes… fica prá próxima Gil.
Muito obrigado ao Belmiro e á esposa. Herculano, a fasquia ficou agora muito alta. Tudo o que seja menos de uma churrascada sabe a pouco… ![]()
Abraços e até domingo para o desafio da Penha e do S. Bento das Peras.
