40 kms e uma sandes de queijo

10 da manhã de um sábado frio mas com muito sol os Muralhas Belmiro, Gilberto e Zé Carlos – moi même – meteram pedais ao caminho para uma volta que se pretendia bastante “soft” uma vez que este fim-de-semana está na agenda jornada dupla para alguns e ontem foi dia de futebol com copos no final.
Sem destino traçado fomos pelo parque da cidade em direcção ao Toural para ver “in loco” como estão os preparativos para o espectáculo de mais logo à noite e aproveitamos para cumprimentar o Hélio que estava a usar uma ferramenta de precisão numa máquina de costura sendo logo verbalizado pelo Belmiro que estava a fazer asneiras que era para usar outra coisa e que aquilo não servia… enfim… conversas de afinadores.
Ainda sem destino fomos em direcção à Universidade e depois a S. Torcato para fazermos uns trilhos por onde o Manel nos tinha levado há umas semanas atrás. Depois “papinho puxa papinho” – lol – e o inevitável Belmiro assumiu os destinos da volta… claro está que nos viríamos a arrepender. Marcou logo como destino a descida de Fafe até Armil e depois Jugueiros onde acho que tinha perdido umas ferramentas. Lá fomos nós… o acumulado esse claro tinha de nos acompanhar em grande… começando a extrapolar as contas davam qualquer coisa como 1300 metros para os 40 kms… Mirinho… ai ai Mirinho… vais tu e o teu rating directos para o lixo… avisei.
O que o salvou foi que durante algum tempo os trilhos foram muito bons, duros mas muito bons até chegarmos à zona do campo do Atães onde depois definitivamente a paciência com o Miro entrou no “red line”. Fazer aquela descida – sim porque para mim aquilo só é uma descida – dos trilhos do berço no sentido ascendente deveria dar cadeia… Lá se fez… lá se fizeram mais umas descidas e subidas – o tal pin pon – até à fábrica do Miro. Convidados para beber e comer apenas bebemos porque a comida era doce e eu queira qualquer coisa salgada… tipo uma sandes de queijo.
O Gilberto – em grande hoje, em forma e na escolha do tasco – sugeriu a tasca da Esquiça que se comia bem… uns rojões, uma vitela… e lá fomos… não sem o Mirinho teimar em trabalhar para o acumulado mais uma vez. Chegados à ciclovia foi rolar um km até Fafe e depois mais cerca de 2 até à dita tasca.
Tava tudo muito, muito, mas muito bom… quer dizer, eu só comi uma sandes de queijo, mas eles comeram vitela, tripas, emborcaram uma garrafa de sumol e uma – parece impossível só uma certo??? – coca-cola. Não satisfeitos ainda deglutiram uns doces de Fornelos e eu mais a minha sandes de queijo à espera… No final diz o Mirinho… tou que nem posso… acho que o meu estômago encolhe quando faço exercício!!! Não Miro… não encolhe… tu comes é como um odre mesmo!!!! O pior da refeição foi mesmo ter de pagar 10 aérios por uma sandes de queijo e um copo de sumol… tá cara a vida… Como te entendo Cavaco!!!!
Lá fomos em direcção ao alto para depois experimentarmos a nova vertente da descida até Armil e depois Jugeiros – o Gilberto perdeu os óculos – onde sugeri seguir até Serzedo e fazer a subida até Paçô Vieira por estrada. Inicialmente num ritmo mais lento, depois sempre em ritmo cada vez mais rápido lá chegamos a Paçô Vieira onde completamos a ligação a Guimarães pela Ciclovia. Depois foram as despedidas o até amanha e rumar a casa… Claro com o Miro a comandar o acumulado foi de… 1035 metros…
10 euros por uma sandes de queijo???? Dasse!!!!!!
Abraços

Trilhos molhados

Era um daqueles domingos “vou ou não vou”, muito frio, muita chuva, muito sono, cama quentinha e alguma preguiça, motivos de sobra para ficar por casa, mas …
Herculano, Paulo Vieira, Mike, Gilberto, Hugo e Belmiro foram os “malucos” que ainda assim optaram por marcar presença na habitual volta domingueira dos Muralhas, alguém dizia “…é melhor vir andar senão vou acabar por me arrepender de ter ficado em casa…”. Encontro no Galileu para o café da manhã de onde seguimos para a ciclo via, não havia percurso definido por isso fomos andando até que alguém resolvesse guiar o grupo, depois do túnel em Paço Vieira o Mike vira à esquerda em direção a S. Antonino, mas o “chefe” Herculano tinha outras ideias e sendo assim lá o seguimos, meio a brincar (ou não) ainda sugeriu fazer a ciclo via até Fafe, o que não agradou a ninguém. Estávamos quase a entrar nos trilhos do “quintal” quando o Gilberto grita “furo”, fomos para um local mais abrigado para proceder à reparação, no caso só atestar o pneu, estávamos exactamente no local onde o Paulo no domingo anterior teve de voltar para casa com o desviador partido, à cautela ainda pegou na bike às costas, para transpor o fatídico local lol.
A seguir foi só diversão, os trilhos estavam lamacentos e muito encharcados mas muito bons para andar de bicicleta. Já em Cepães, aproveitamos para tomar um bom café e aquecer um bocadinho, depois toca a subir até S. Jorge onde iniciamos a descida até Jugueiros, e que bela descida… Mas antes ainda houve quem arrebenta-se a corrente na subida só para descansar um bocadinho lol. Começamos junto às pontes em madeira da pista de DH e mais à frente quando seguíamos num upgrade fomos repentinamente parados por uma manada de bois colossais, olhámo-nos nos olhos e lá houve um corajoso para ir à frente, o Mike ainda foi perseguido lol, entretanto apareceu um “cavaleiro” que nos avisou para ter cuidado com uma égua mais à frente (… égua??? isso é com o Gilberto… lol). Depois de atravessar a estrada em Armil aproveitamos o estradão para soltar os travões e fazer aumentar a adrenalina, mais à frente fizemos novo upgrade junto ao rio Ferro, excelente, ainda na descida encontramos uma fogueira que serviu para secar as roupas encharcadas e aguardar por alguns Muralhas mais atrasados, porque havia um “jeitoso” a deixar cair a ferramenta da bicicleta pelo caminho.
Terminada a descida (foi 5 estrelas) prosseguimos para a ciclo via para o habitual sprint até Paço Vieira de onde seguimos para a Penha, o reforço foi em Matamá, laranjas e tangerinas para quem quis, desta vez com autorização do dono das árvores.
O Gilberto não se opôs e sendo assim a descida escolhida foi a das águas, estava estupenda, mas o Hugo queria mais e então descemos até ao teleférico via Urgezes e Fonte Santa, ainda passamos pelo Parque da Cidade na subida até ao ponto de partida.
Foi uma manhã muitíssimo bem passada, estávamos satisfeitos e ainda bem que não ficamos em casa.
Boas pedaladas e sejam felizes.

Jantar de Reis

Como o Nandinho questionou a existência de uma crónica do jantar foi automaticamente nomeado para a escrever. Assim reza:
Parece que tenho o privilégio de fazer a crónica do jantar de reis neste espaço dos Muralhas aos quais desde já agradeço.
Um jantar que contou não só com o pessoal dos Muralhas, mas também, com pessoal que joga futebol à sexta-feira nos quais eu me integro. A ideia de juntar esta gente toda partiu das pessoas comuns aos dois.
Marcado para as 20 horas, o jantar obviamente começou um bocadinho mais tarde. Os Reis demoram sempre a chegar, embora havia quem já tivesse chegado ao restaurante Faria a tempo e horas. Como habitual nestes jantares – e noutros – as entradas para começar. Bolinhos, rissóis, moelas… acompanhadas pelo famoso “Sumol” do Faria e alguma conversa à mistura além da boa disposição habitual de quem eu já conhecia. Os Muralhas presentes também se revelaram uma óptima companhia para o que viria a seguir: o prato principal, sempre com muito “Sumol” à frente trazia na ementa: bacalhau, picanha, arroz, feijão e batatas. Nesta altura as gargalhadas já se ouviam mais altas, o “Sumol” faz destas coisas. Com o passar do tempo, quem não se conhecia, passava a conhecer-se e a revelar-se contagiando ainda mais a boa disposição no jantar e no conjunto das magníficas pessoas presentes.
Com as sobremesas e o cafezinho que chegaram depois ainda deu para beber mais um copo de “Sumol” e mais duas de conversa animada. Com o tempo a ir já bem longe das 20 horas o pessoal ia-se despedindo aos poucos, pois a segunda volta do dia tinha sido pedalada com intensidade, uns iam para casa outros iam para umas últimas curvas… LOL… Desta vez num bar com umas caipirinhas e um karaoke proporcionado por uma voz que já tinha encantado no jantar – watchoubiroby – terminou depois com um olhar para a última curva… da barmaid de serviço… depois as despedidas do pessoal resistente e do texto escrito que vai longo também.
Não meti nomes porque não consegui decorar todos e para não haver ressentimentos seja a quem for, uma noite bem passada, reservo um abraço a todos sem excepção.
Nandinho…

Na volta de hoje foi deliberado alterar a 2ª Norma dos Muralhas – “Não seguir o Belmiro”, então, passa a ser “Não seguir o Belmiro e o Manel”.
Eram 14 horas e nas imediações do Galileu já estavam prontos para dar umas pedaladas os Muralhas, Belmiro, Manel e Carlos Freitas que já não aparecia faz muito tempo, e foi com grande alegria que o recebemos. Fomos os três fazer um aquecimento no parque da cidade enquanto esperávamos por mais ciclistas, entretanto veio o Zé Carlos que trazia notícias para aguardar pelo Paulo Marinho.
Depois da indefinição para onde íamos decidimos seguir o Manel que nos guiou para o seu Quintal (São Torcato), começamos pelo Monte Largo, seguimos para a ciclo via onde fizemos as famosas Dunas, depois uma boa descida até Atães, logo de seguida nova subida na Corredoura onde fizemos uns trilhos muito bons por umas plantações de Kiwis, de seguida seguimos os trilhos pedestres dos “Moinhos de São Torcato” até ao parque junto ao Santuário de São Torcato.
Mas o Manel tinha reservado nova subida até ao Viva Parque, começamos por um single track em caminhos rurais para depois darmos à estrada onde o Carlos nos lembrou que naquele local em 2009 tinha tido um dia de glória, tinha sido 2º classificado na descida em carrinhos de rolamentos, já a subir em bike… hoje foi 5º lol.
A descida é que nos defraudou, foi pela pista de downhill, estava muito perigosa, mas valeu porque acabou junto a uma laranjeira onde nacionalizamos o respectivo fruto, ainda fomos
perseguidos pelo guardião da laranjeira (uma aranha tipo Amazónia).
Seguimos novamente para São Torcato onde fizemos uns trilhos sempre a subir, o Manel já era olhado de lado por alguns Muralhas lol, a paisagem era linda e quando parecia que ia começar a descer o Manel lá arranjava nova subida, agora para Rendufe, pelo caminho ainda fomos convidados a comer umas tangerinas por um casal muito simpático, eu lá as provei, só não enchi os bolsos porque uns metros atrás tinha nacionalizado outra tangerineira e não tinha mais espaço. Segue pequena descida para uma grande subida, depois entre descidas e muitas subidas chegamos a Atães onde nos esperava uma impressionante subida, já quase com mil de acumulado ascendente, foi a gota de água lol, decidimos então a passar o rating do Manel para … NOTÁVEL…
Foram 38Km muito bons por alguns trilhos novos, sempre com boa disposição e constantemente a pensar no jantar de Reis de logo à noite, embora havia quem estivesse preocupado com o esforço despendido, pois achava que não iria ter forças para levantar os copos do famoso “Sumol” do Faria lol.
Boas pedaladas e sejam felizes, e já agora bom apetite para logo.

Volta de Natal

É tempo de natal, mas mesmo assim a Muralhada aproveitou para dar umas voltinhas, houve aquecimento no sábado (Zé, Belmiro, Gilberto, Miguel e Mike) e volta domingueira que por acaso foi na segunda-feira.
Eram 8.30 do dia 26 quando saímos do Galileu e montamos as bicicletas em direçao à ciclo via, onde decidimos rumar até S. Marinha.
O ritmo era de passeio, muito descontraído quando em Rendufe apareceu o primeiro obstáculo do dia, o terreno era a subir e tinhamos pela frente a famosa poça, estava bastante cheia, o primeiro Muralha a atravessar ficou atolado até aos joelhos, logo traçamos nova rota para o próximo valente… o mesmo resultado, a bicicleta enterrou-se e toca a molhar os pezinhos até ao tornozelo … os outros Muralhas já nem tentaram.
Já no alto de S. Marinha apreciamos as belas vistas e seguimos viagem em nova descida até algures entre S. Torcato e Gonça, foi uma excelente descida embora no início ser complicada, voltamos a subir até Gonça para fazer a descida até Gominhães, depois ainda houve tempo para fazer uns trilhos junto ao rio Selho. Para terminar um passeio que foi suave,em beleza, nada melhor que uma grande subida até ao Florêncio, minutos depois estávamos no ponto de partida.
À falta do aconselhador desta volta apareceram, Belmiro, Paulo Marinho, Paulo Vieira, Herculano e Hugo. Referência por fim para a nega dos Muralhas ao convite do Herculano para comer uns bolinhos na Penha (fez anos no passado dia 24).
Boas pedaladas e sejam felizes e nada de excessos com as rabanadas… deixem isso para mim…

Greve Geral!!

Um bom dia, ceu limpo, frio, bons trilhos e … GREVE GERAL!!!!!!

Marcaram presença apenas os Muralhas PJ Marinho e Paulo Vieira, determinando assim a oposição à greve…

Querem saber mais??? – Aparecessem… :)

Ou então, diga-se: ” Foi uma boa Volta!!!” :) :)

Boas Pedaladas.

Depois de uma jornada dura para alguns Muralhas (Vieira-Cabreira-Vieira) no sábado, a volta de Domingo previa-se rotineira e calma.
8h no ponto de encontro oficial dos Muralhas, o “Galileu”, para agrupar e partir para a volta domingueira. Com muitas ausências, alguns porque estavam cansados da volta de sábado, outros por lesões e/ou outros compromissos, lá reunimos quórum mínimo para a volta do costume (Belmiro, Gilberto, Herculano, Hugo e eu).
8h45m lá decidimos partir para a volta, estávamos nós já na subida junta à BP, quando apareceu o Manel para se juntar aos restantes muralhas.
Por sugestão do Herculano, a volta ficou combinado fazermos o quintal clássico, pois ultimamente tem sofrido bastantes upgrades, apesar de o Miro apresentar a já famosa sugestão (depois de quinta-feira) de subirmos Santa Marinha.
A volta corria dentro do habitual sem grande esforço e com muita animação pois a subidas não eram duras e as descidas são já familiares.
Quando chegamos a Cepães, o Manel fez uma sugestão para quebrar com o quintal clássico, foi então que nos dirigimos a S.S. Martinho sob a promessa de termos uma bela descida.
Estava tudo a correr dentro da normalidade, quando nos deparamos com uma verdadeira parede, a estrada para o alto de S.S. Martinho, uma subida de fazer os muralhas colocar o Manel na lista negra muito próximo do Miro e do Mike. Chegados ao cimo em regime de prestações e sem grande fôlego e com muitas ameaças de desistência, lá nos deliciamos com as magnificas vistas do alto.
Depois do descanso lá decidimos descer, o Miro rapidamente se voluntariou para encontra um bom trilho para que a descida compensasse o esforço (ele está o verdadeiro downhill), mas em vão, pois após várias buscas não conseguimos encontrar nada que nos levasse por trilhos de volta à pista de Fafe e lá tivemos de optar por uma descida em estrada. Fica apenas o registo do travão do Miro que deitava mais fumo que o Herculano quando atingiu o topo da subida.
Chegados à pista, lá seguimos em direcção ao Galileu, pois já não havia grande tempo para mais aventuras.
De registar apenas algumas promessas/informações:
. O Belmiro vai explorar S.S. Martinho para encontrar uma descida que compense o esforço da subida.
. O Manel pela subida tem a promessa de pagar bolinhos e rissóis (apenas aos que subiram)
. O Herculano será o próximo aniversariante (preparem-se para bolinhos e/ou rissois)
. Temos de agendar um jantar de reis dos muralhas (aceitam-se sugestões).
. Quem quiser pode ainda oferecer mexidos no natal ao Miro, pois o Herculano já disse que não lhe trás nenhuns este ano, e pelos vistos o homem gosta bastante. (aceitam-se voluntários para a oferta).

Feriado fresquinho

08 de Dezembro, feriado fresquinho, 8:15 da madrugada e lá vou encontrar-me com a muralhada para mais uma volta desta vez sem percurso traçado mas com os bolinhos de bacalhau já em vista. Quando chego ao Galileu já lá estavam o Paulo Vieira e um tal de Miko á minha espera e ainda na dúvida se o Herculano viria ou não para uma volta que afinal nos levaria pelos trilhos do Berço. Entretanto chega o Gilberto e depois de alguma confusão em relação aos emails decidimos mesmo passar pela Trigueirinha pra ver se o Herculano lá estava. Mas ainda antes de arrancar eu fiz o aviso “ Se fizermos os trilhos do berço temos de nos despachar, hoje é dia de bolinhos e sou eu que pago” neste momento ouve-se a frase do dia “ O Herculano que se f… , o que interessa é ir aos bolinhos” não vou dizer nomes mas entre compadres não se mete a colher. Rapamos um frio do cara… e paramos na Trigueirinha para um cafezinho e aquecer os reactores. Subindo por Penselo entramos de novo num caminho um pouco mais inclinado onde mais uma vez quase me bateram por ter feito tal escolha. Mas depois de acalmados os ânimos lá seguimos calmamente até Gonça. Passada a estrada decidimos inventar e fazer uma das melhores descidas da nossa zona, mas a maneira do tal do Miko, em sentido contrario LOL… MTO… BHOA… no final desta subida, mais uma ideia brilhante do Miko -> “nunca subimos por aqui” o outro muralha que também tem três das letras do Miko no nome -> “siga” quem n gostou muito foi o outro grupo que seguia no nosso encalce ( nesta altura do percurso alguns elementos já conspiravam contra nós , querendo separar o grupo em dois). Uma subidinha soft levou nos até ao estradão (não percebemos porque é que o grupo dos SOFT bufava tanto) enfim…. No alto de Sta. Marinha estavam os BTTberço que nos convidaram para os acompanhar mas tínhamos na retina os bolinhos e não podíamos faltar ao compromisso. Obrigado pelo convite. Agora sim a em sentido descendente, ainda houve tempo para ver o Paulo a molhar o pézinho na poça do costume. Sem mais invenções, chegamos rapidamente a Arões onde ligamos a encomendar os bolinhos. Ainda nos cruzamos com uma personagem que se dedicou as bikes de estrada (diz que o fio dental lhe fica melhor) dasse…. Tu lá sabes pha…. Pelo caminho habitual subimos até a Penha onde nos esperavam os bolinhos ( já parecemos os TTT todo tipo de tascas ) sempre nas tainas… grande abraço pessoal dos TTT. Estomago aconchegado ainda trouxemos bolinhos para o caminho mas o Paulo Vieira achou melhor lava-los para o seu almoço, (fica para a próxima). Foi uma bela manha para a prática desta modalidade que tanto gostamos. Abraço aos presentes e aos ausentes….
É sempre um prazer pedalar convosco…

Porco Preto

O domingo acordou chuvoso, no entanto viria a ficar uma bela manhã para rolar com as bicicletas.
Já recuperado da lesão no joelho e depois de prolongada ausência foi com grande alegria que recebemos o Carlitos de volta nas nossas aventuras domingueiras.
O aquecimento foi feito na ciclo via onde como habitualmente se aproveita para conversar, e o tema de uma dessas conversas era as jantes da bike do Pedro, “… é fácil mudar um furo com essas jantes?”, ao qual o Pedro responde “ … não consigo mudar… o ideal era andar com uma roda às costas… mas não é necessário… não acontece nada…”.
Junto ao restaurante Guidinha o Herculano pára e aponta a bicicleta para S. Antonino, uns segundos para decidir e lá seguimos para fazer a bela ascensão, destaque para o Paulo Vieira que subia as grandes rampas como se fossem descidas. De seguida toca a descer e aí o Paulo Marinho e o Pedro eram os mais confiantes. O terreno estava excelente e o pingue-pongue que se seguiu até ao apeadeiro de Fareja foi pura diversão.
Novamente na ciclo via o Paulo Marinho acelerou e velozmente chegamos a Cepães, ai a maior parte dos Muralhas aproveitou para tomar um café ou comer um bolo, ao que parece o pequeno-almoço no Galileu foi fraco lol.
De seguida novo cume para S. Jorge, o Carlitos lá se ia aguentando com a promessa de uma grande descida, e é na descida já em terras de Armil que o Pedro estoira o pneu, tinha a suspensão traseira bloqueada e numa zona de pedra solta lá teve o azar. Não foi possível arranjar o furo e como o Pedro não tinha a roda suplente às costas, lol… tivemos que ligar para a “assistência em viagem”, a descida teria que ficar para uma próxima oportunidade pois resolvemos seguir até ao apeadeiro de Cepães via estrada para deixar o Pedro a aguardar pela sua boleia para casa, nos Muralhas é assim somos todos solidários.
Nesta pequena viagem o grupo fraccionou-se em três, os Paulos mais o Herculano seguiam na frente, eu e o Pedro (empurrava a bike) éramos os últimos, e ao chegar junto do Carlitos e do Gilberto que tinham parado junto a um portão, o Gilberto que até então tinha passado a manhã sossegado a dar apoio ao Carlitos, profere como quem não quer a coisa e em voz alta: “ Miro hoje não vai ser necessário parar na Casa das Merendas” !!!!! GENIAL!!!!! , a minha pouca vergonha fez o resto. Era dia de “matança do porco” e uma família como já há poucas, oferecemos com umas belas febras de porco preto, pão, simpatia, minis, e uma pomada melhor que mel. O Pedro tinha seguido e deu as notícias, o que fez com que o Paulo Vieira e o Herculano voltassem para trás, … mais umas febras e vinho e muita boa disposição.
Depois de satisfeitos agradecemos e fizemo-nos convidados para o próximo ano (não temos mesmo vergonha) e ainda pedimos umas sandes para os Muralhas que já estavam em Cepães, o nosso muito obrigado, e como alguém disse: “ Nesta casa nunca haverá crise, terá sempre gente à porta” lol.
De novo na ciclo via era a vez do Paulo Marinho deleitar-se com as belas febras, o Pedro tinha ficado no apeadeiro e nós seguimos viagem, sempre pela pista até chegar a Mesão Frio, claro que o Paulo Marinho tinha que “puxar” um bocadinho e foi impossível acompanha-lo, no entanto esteve sempre na mira. Já no ponto de partida despedimo-nos até à próxima volta que será 5ª feira, até lá…
Boas pedaladas e sejam felizes.

Começar a época Natalícia…

Quinta-Feira, 1 de Dezembro de 2011
Nada como uma voltinha de Bike pra começar a época Natalícia… :)
8 horas da madrugada, lá me dirigia eu(PJ Marinho) para o Galileu, pensando que seria o primeiro a chegar… muito espanto da minha parte quando deparo com o primeiro Muralha(Mike), que já se encontrava no ponto de encontro e já tinha feito um belo par de km´s… logo de seguida lá começam a aparecer os restantes participantes desta volta de feriado, Paulo Vieira, Belmiro e Gilberto.
Estômago composto, cavaqueira em dia, lá seguimos em direcção ao nosso tão conhecido quintal para mais uma volta tranquila…
Mal tínhamos começado a volta, eis que surge o Mike com a primeira ideia, “e se fossemos à senhora dos montes?”, Bora lá!!! Meia volta às bikes, seguimos em direcção ao parque da cidade, para de seguida rumar em direcção Cruz de Pedra onde entramos no primeiro trilho que nos levou ao pavilhão multiusos. Passávamos a estrada junto da roulotte dos kebab’s para entrar na “nova Auto Estrado do BTT” quando acontece a primeira contrariedade, o Paulo Vieira esqueceu-se que a Génios não tinha lagartas provocando um furo na roda traseira… prontamente chamamos a assistência em viagem, mas como não tinha a cobertura de veículo de substituição por avaria, teve mesmo de se
contentar com a troca da câmara de ar… :)
Rolamos paralelamente à circular da auto-estrada, apanhando de seguida o trilho da maratona de Guimarães, até à Senhora dos Montes. Uma vez na capela da Senhora dos Montes, aproveitamos para fazer a descida apanhando o trilho da rota do bolinhol junto à casa de Sezim… E diga-se, que o trilho continua fantástico… Chegados à estrada nacional 105, optamos por subir directamente à Penha pela estrada pois alguém tinha de Pagar as Quotas(Bolinhos de Bacalhau) :) .
Chegados à Penha, quotas pagas com direito a molhar o bico, lá descemos pelas Águas da Penha até ao Galileu.
Correu muito bem, revelando-se um trilho diferente… :)
Boa semana e até quinta-feira.
Boas Pedaladas..